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Bitcoin cai abaixo de US$ 67 mil com viés negativo dominante

Especialista aponta que análise técnica reforça momentum negativo dominante para o bitcoin, apesar de chance de exaustão da pressão vendedora no curto prazo

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 11 de fevereiro de 2026 às 11h24.

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Nesta quarta-feira, 11, o bitcoin é negociado na casa dos US$ 68 mil, mas chegou a cair para US$ 66 mil nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. A maior criptomoeda do mundo acumula queda de quase 50% desde sua máxima histórica, registrada em agosto de 2025, quando atingiu US$ 126 mil.

O bitcoin é cotado a US$ 68.325, com alta de 2,2% nas últimas 24 horas. Nos últimos sete dias, a criptomoeda ainda acumula queda de 9,3%.

O Índice de Medo e Ganância, utilizado para medir o sentimento do mercado cripto, continua sinalizando "medo extremo" em 11 pontos, após ter despencado para cerca de 5 pontos no início da semana. A pontuação vai de 0 a 100.

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"O bitcoin registra o terceiro dia consecutivo de queda e é negociado na faixa dos US$ 67 mil, refletindo um aumento da pressão vendedora no mercado cripto. O movimento tem sido acompanhado por um crescimento das posições vendidas alavancadas, o que tende a amplificar a volatilidade e reforçar o viés negativo no curto prazo", disse Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil.

"Com a divulgação do payroll dos EUA prevista para hoje, investidores estarão de olho nos dados, o que pode reforçar a volatilidade no curto prazo. O mercado de derivativos segue fraco, refletido na queda da taxa de financiamento dos contratos futuros", acrescentou.

"Do ponto de vista técnico, o bitcoin opera abaixo das médias móveis exponenciais de 50, 100 e 200 dias, o que mantém a estrutura de tendência ainda predominantemente baixista. Apesar disso, o RSI diário em 29 indica condição de sobrevenda, sugerindo que a pressão vendedora pode estar próxima de exaustão no curtíssimo prazo. Ainda assim, o MACD permanece abaixo da linha de sinal, reforçando que o momentum negativo segue dominante e que novas vendas não podem ser descartadas", concluiu.

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