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Após disparar para US$ 73 mil, bitcoin pode voltar a cair?

Alta do bitcoin divide especialistas sobre rumos da maior criptomoeda do mundo

Woman's hands hold Gold Bitcoin on a thread (Francesco Carta fotografo/Getty Images)

Woman's hands hold Gold Bitcoin on a thread (Francesco Carta fotografo/Getty Images)

Da Redação
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Redação Exame

Publicado em 4 de março de 2026 às 16h39.

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O bitcoin voltou a operar acima de US$ 73 mil após semanas de consolidação, retomando um nível considerado relevante por analistas técnicos. O movimento, porém, não foi acompanhado por consenso entre investidores, que se dividem sobre a sustentabilidade da alta.

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Ceticismo entre investidores

Parte do mercado avalia que a alta pode se transformar em uma "bull trap", quando um rompimento atrai compradores e, em seguida, é seguido por forte correção. Analistas apontam para a existência de oferta acumulada em níveis superiores e para o posicionamento no mercado de derivativos como fatores de risco.

Há quem veja a faixa entre US$ 72 mil e US$ 76 mil como uma região que pode atrair vendedores, em vez de confirmar uma recuperação consistente. O receio tem como base o histórico recente. No início do ano, o bitcoin rompeu uma faixa de consolidação, mas o movimento perdeu força rapidamente. A cotação caiu de cerca de US$ 98 mil para aproximadamente US$ 60 mil em duas semanas, provocando liquidações e mudança abrupta de sentimento.

Risco de queda

Apesar da cautela, alguns investidores observam que o posicionamento excessivamente pessimista pode abrir espaço para o movimento oposto. Com grande parte do mercado apostando em reversão, cresce a possibilidade de um short squeeze, caso o preço mantenha o impulso de alta.

Em mercados alavancados, consensos muito direcionados costumam criar liquidez para movimentos contrários. Nesse cenário, a continuidade da valorização poderia forçar a recomposição de posições vendidas, ampliando a pressão compradora.

Incertezas no cenário macro

O ambiente macroeconômico também adiciona volatilidade. Tensões geopolíticas relacionadas ao conflito envolvendo o Irã pressionaram o preço do ouro e elevaram expectativas para o petróleo, enquanto alguns mercados acionários asiáticos demonstraram sinais de instabilidade.

Para retomar uma estrutura macro de alta, o bitcoin precisaria voltar a negociar próximo da região de US$ 98 mil, superando o topo descendente formado após a correção registrada em janeiro. Até lá, os próximos dias devem ser determinantes para indicar se o movimento acima de US$ 73 mil representa o início de uma nova tendência ou apenas mais um teste de resistência.

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