O Seattle Seahawks voltou ao Super Bowl pela primeira vez desde 2015.
No domingo, 25, a equipe derrotou o Los Angeles Rams por 31 a 27 no Lumen Field, em Seattle, e conquistou o título da Conferência Nacional (NFC). A vitória garante o reencontro com o New England Patriots, adversário da histórica derrota no Super Bowl XLIX.
Com a melhor campanha da NFC na temporada regular, o Seahawks confirmou o favoritismo em casa. A partida marcou a consolidação da recuperação do quarterback Sam Darnold, que teve atuação decisiva mesmo jogando com lesão no oblíquo: completou 25 de 36 passes, somou 346 jardas aéreas e lançou três touchdowns, sem interceptações. Será o primeiro Super Bowl da carreira do jogador.
Revanche contra os Patriots
O Super Bowl LX, que será disputado em 8 de fevereiro, no Levi's Stadium, na Califórnia, reedita o confronto de 2015. Na ocasião, os Seahawks estavam a uma jarda do título, mas uma interceptação de Malcolm Butler, após passe em vez de corrida, selou a virada dos Patriots por 28 a 24. A derrota ficou marcada como uma das decisões mais controversas da história da liga.
Defesa segura vitória no último quarto
A final da NFC colocou frente a frente a melhor defesa da NFL em pontos cedidos (Seattle) contra o melhor ataque da temporada (Los Angeles). Os Rams avançaram até a linha de seis jardas no último quarto, mas a defesa dos Seahawks barrou duas tentativas decisivas do quarterback Matthew Stafford, incluindo desvios do cornerback Devon Witherspoon, a 4 minutos do fim. O ataque então controlou o relógio até os segundos finais.
Resumo do jogo
Seattle abriu vantagem com um touchdown terrestre de Kenneth Walker III e uma recepção de Jaxon Smith-Njigba, que ainda protagonizou uma recepção com apenas uma mão. Os Rams reagiram com touchdowns de Kyren Williams, Davante Adams e Puka Nacua, mas falhas dos times especiais — incluindo um erro grave de recepção em retorno de punt — facilitaram a retomada dos Seahawks.
Darnold distribuiu bem os passes e encontrou Jake Bobo e Cooper Kupp na endzone. A defesa segurou o avanço final dos Rams, mesmo após falta antidesportiva que manteve a campanha dos visitantes viva temporariamente. Com a posse nos minutos finais, Seattle administrou a vantagem e confirmou o retorno ao maior palco do futebol americano.
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