Fórmula 1: Câmara estreia no GP de São Paulo 2026 com a Haas (Reprodução/Instagram/@rafaccamara88)
Estagiária de jornalismo
Publicado em 5 de novembro de 2026 às 13h14.
Última atualização em 5 de novembro de 2026 às 13h33.
Rafael Câmara estreia na Fórmula 1 neste fim de semana após a saída de Esteban Ocon ser confirmada pela Haas. O jovem piloto pernambucano irá competir ao lado de Oliver Bearman no Grande Prêmio de São Paulo 2026.
Câmara foi confirmado como piloto da Haas para a temporada de 2027 em 15 de outubro, mas teve sua estreia adiantada para a corrida no Brasil. A mudança alterou diversos planos sobre a chegada de Rafa na categoria, incluindo o número escolhido pelo piloto.
No anúncio da chegada de Câmara na Fórmula 1, o jovem piloto revelou que usaria o monoposto #50 na categoria em 2027. No entanto, o número não poderá acompanhar o brasileiro em sua estreia em 2026.
Após a saída repentina de Esteban Ocon no Grande Prêmio do México, o reserva oficial da Haas, Ryo Hirakawa, assumiu o segundo assento da equipe americana, utilizando o mesmo número escolhido por Rafael Câmara para a próxima temporada.
De forma que o monoposto #50 foi registrado no campeonato de 2026 sob o nome de Hirakawa, impedindo que o brasileiro utilize o número em sua estreia no Brasil. Rafael, então, escolheu seguir com o #51 para as últimas corridas do ano.
Nascido em 5/5/2005, Rafael Câmara carrega o número 5 como seu número da sorte; no entanto, Gabriel Bortoleto, seu companheiro brasileiro, já compete com este monoposto.
Já Carlos Sainz, da Williams, é o representante do número 55 e construiu grande parte da sua identidade visual nas redes sociais ao redor disso.
Por isso, Câmara precisou encontrar outro número relacionado ao cinco: o 50.
No fim de setembro, Esteban Ocon revelou que estaria deixando a Haas no próximo ano, como já era especulado há meses nas redes sociais. Rafael estava entre os principais concorrentes para a vaga na equipe.
Em uma coletiva de imprensa, o chefe da Haas, Ayao Komatsu, foi questionado sobre o patrocínio e o dinheiro que a escolha do brasileiro traria para a equipe, e respondeu: "Todos os pilotos que testamos estavam trazendo dinheiro. Escolhemos o mais rápido deles."