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A MOL Impacto iniciará a distribuição de seu catálogo em formato digital a partir de 26 de novembro
Repórter de ESG
Publicado em 30 de dezembro de 2025 às 14h15.
A MOL Impacto, empresa que desenvolve um modelo de negócio baseado em vincular vendas a doações, anunciou ter destinado R$ 90 milhões a organizações sociais desde sua fundação, em 2007.
O valor, acumulado ao longo de 18 anos, foi repassado a mais de 240 entidades do terceiro setor e pode ser verificado publicamente na plataforma de transparência "Siga Sua Doação".
O montante é resultado de parcerias com grandes redes varejistas, como RD Saúde, Petz e o Grupo Ri Happy. O mecanismo opera convertendo uma parcela do preço de venda de produtos, em sua maioria livros, em recursos para causas sociais.
A rastreabilidade dos repasses é um dos pilares do modelo, que busca oferecer transparência sobre o destino final do dinheiro gerado pelo consumo.
"Esse marco evidencia que é possível criar um fluxo contínuo de financiamento para o setor social a partir das escolhas do consumidor. A transparência é fundamental: qualquer pessoa pode auditar para onde vai cada centavo", afirmou Roberta Faria, cofundadora e CEO da MOL Impacto.
No mercado editorial, a empresa atingiu uma escala atípica. Enquanto o livro mais vendido no país em 2024 teve cerca de 185 mil cópias comercializadas, séries da MOL, como "Ache o Bicho", venderam mais de 900 mil unidades.
Apenas em 2025, a companhia afirma ter superado a marca de 3 milhões de exemplares físicos vendidos.
Agora, a empresa busca ampliar esse alcance. A MOL Impacto iniciará a distribuição de seu catálogo em formato digital a partir de 26 de novembro, em parceria com a distribuidora Bookwire. Os livros estarão disponíveis em plataformas como Amazon (Kindle) e Apple Books.
Entre os primeiros títulos a serem lançados estão "Aprenda a Correr em 10 Semanas", "Heróis da Natureza" e "As Chaves da Felicidade". A previsão é disponibilizar 26 livros digitais até meados de 2026.
A empresa mantém a premissa de destinar parte da receita de cada venda a organizações sociais, como Instituto Ayrton Senna, GRAACC, Turma do Bem e SOS Mata Atlântica, entre outras.
"A expansão para o digital permite alcançar novos públicos, mas a lógica permanece: gerar impacto social a partir do consumo, com transparência total no processo", completou Roberta Faria. O modelo, que conecta varejo, consumidor e terceiro setor, completa quase duas décadas em um momento de expansão para novos formatos.