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Adidas busca retomada com estratégia ESG e produtos de baixo carbono

Empresa divulga resultados do terceiro trimestre, ainda sobre os efeitos da pandemia. No primeiro trimestre, lucro caiu 96%

A pandemia impactou fortemente os resultados da Adidas, fabricante alemã de artigos esportivos. No primeiro trimestre, já sob os efeitos do fechamento de lojas, o lucro da empresa caiu 96%. A expectativa é de uma melhora, porém, o setor de calçados e vestuário foi um dos mais afetados pelos lockdowns. 

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Em paralelo, a Adidas busca um novo posicionamento para a marca, acompanhando uma tendência no mundo da moda de adotar uma postura mais sustentável, com a substituição de matérias-primas, a redução da pegada de carbono e um discurso voltado à inclusão. Em maio, por exemplo, a Adidas se uniu à Nike, uma de suas maiores rivais, em apoio ao movimento Vidas Negras Importam, nos Estados Unidos. 

A empresa alemã também firmou uma parceria com a Allbirds, startup que desenvolve novos materiais para calçados, usando reciclagem e matérias-primas naturais, como lã, para criar um tênis carbono zero. Segundo a Adidas, a indústria de tênis emite mais de 700 milhões de toneladas de carbono por ano. Isso significa que cada par de tênis gera mais de 11 Kg de carbono. 

Tênis vegano e por assinatura

Entre as fabricantes de calçados, há uma corrida para o desenvolvimento de produtos de menor e impacto e novos modelos de negócios. A suíça On, que produz sapatos de corrida de alta performance, lançou, em setembro, o primeiro tênis por assinatura que se tem notícia. 

O modelo, batizado de Cyclon, não pode ser comprado, apenas “alugado” por 164 reais por mês. Ao final da sua vida útil, estimada pela fabricante em 400 km de corridas (nas pistas ou na rua para alcançar o ônibus), o “inquilino” comunica a “locadora”, que providencia um novo modelo sem custo de postagem. 

Já a Veja — que, no Brasil, é conhecida como Vert — aposta em modelos veganos. A marca foi a primeira fabricante de sneakers a apostar na sustentabilidade como uma estratégia de negócios. Seus fundadores, os franceses Sebastien Kopp e François-Ghislain Morillion criaram a empresa em 2004, após desistirem do mercado financeiro para abrir uma ONG. 

O trabalho no terceiro setor os levou a conhecer a Amazônia brasileira, onde montaram uma operação de produção de borracha em parceria com associações de seringueiros. A iniciativa viabilizou a proteção de 36 mil hectares de floresta. 

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