A página inicial está de cara nova Experimentar close button
Conheça o beta do novo site da Exame clicando neste botão.

Mutações podem ajudar coronavírus a enganar anticorpos

Pesquisa foi feita por cientistas da Universidade de Rockefeller, em Nova York, nos Estados Unidos

As mutações do novo coronavírus podem ajudá-lo a enganar os anticorpos já existentes da doença, segundo um estudo preliminar, ainda sem revisão de pares, feito por cientistas da Universidade de Rockefeller, em Nova York, nos Estados Unidos.

Embora a frequência das mutações seja bastante baixa nos casos de covid-19, elas foram encontradas em diferentes amostras de infectados no mundo todo.

Para chegar a essa conclusão, os cientistas Theodora Hatziioannou e Paul Bieniasz criaram uma versão do vírus da estomatite vesicular para desenvolver a espícula de proteína na presença de anticorpos neutralizantes. A proteína do vírus de laboratório, com as suas mutações, então, foram capazes de enganar e escapar dos anticorpos neutralizantes.

Os anticorpos contra a Sars-CoV-2 têm sido bastante estudados nos últimos meses e pesquisadores têm tentado criar terapias e até vacinas com base no sangue dos indíviduos que se recuperaram da doença.

Na última semana, pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, descobriram novos anticorpos que podem neutralizar a doença.

Quanto tempo dura a imunidade ao coronavírus?

Um estudo divulgado neste mês pela universidade King’s College, de Londres, indicou que os níveis de anticorpos contra o coronavírus chegam ao pico três semanas após o início dos sintomas. No entanto, a contagem de anticorpos diminuiu rapidamente nas semanas seguintes.

Outra pesquisa, feita com base em um vírus semelhante por pesquisadores de Singapura, informa que a proteção contra o vírus podem ser “lembrada” por anos pelo organismo humano. Um tipo de células do sistema imunológico, as células T, ainda estão ativas contra o vírus Sars (também da família coronavírus) 17 anos depois da infecção.

 

Apesar do avanço das pesquisas, o tempo de duração da imunidade contra o novo coronavírus permanece um mistério e apenas mais estudos sobre o tema poderão revelar por quanto tempo o corpo humano pode ficar protegido de novas infecções.

Obrigado por ler a EXAME! Que tal se tornar assinante?


Tenha acesso ilimitado ao melhor conteúdo de seu dia. Em poucos minutos, você cria sua conta e continua lendo esta matéria. Vamos lá?


Falta pouco para você liberar seu acesso.

exame digital

R$ 4,90/mês
  • R$ 14,90 a partir do segundo mês.

  • Acesse quando e onde quiser.

  • Acesso ilimitado ao EXAME Invest, macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo e tecnologia.
Assine

exame digital anual

R$ 129,90/ano
  • R$ 129,90 à vista ou em até 12 vezes. (R$ 10,83 ao mês)

  • Acesse quando e onde quiser.

  • Acesso ilimitado ao EXAME Invest, macroeconomia, mercados, carreira, empreendedorismo e tecnologia.
Assine

Já é assinante? Entre aqui.

Veja também