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Pastor acusado de assediar Ariana Grande pede desculpas

Após homenagem a Aretha Franklin, Ariana Grande foi abraçada pelo pastor, que coloca a mão em sua cintura e depois na lateral do seu seio

Ariana e pastor: "Talvez tenha cruzado uma linha, talvez tenha sido amigável ou íntimo demais" (Scott Olson/Getty Images)

Ariana e pastor: "Talvez tenha cruzado uma linha, talvez tenha sido amigável ou íntimo demais" (Scott Olson/Getty Images)

Luísa Granato

Luísa Granato

Publicado em 1 de setembro de 2018 às 12h07.

Última atualização em 1 de setembro de 2018 às 12h15.

São Paulo - O pastor Charles Ellis III, que foi acusado de assediar a cantora Ariana Grande durante homenagem a Aretha Franklin, pediu desculpas em declaração para a Associated Press neste sábado.

Na sexta-feira, artistas fizeram uma apresentação em homenagem durante funeral da cantora Aretha Franklin. Após sua performance da música "Natural Woman", Ariana Grande, de 25 anos, foi abraçada pelo pastor, que segura sua cintura e, em seguida, sobe a mão e toca a lateral de seus seios.

Telespectadores, internautas e fãs da artista acharam que o ato foi inapropriado e acusaram o pastor de assédio. No Twitter, a hashtag #RespectAriana logo entrou nos Trending Topics.

Em entrevista para a AP neste sábado, o pastor se desculpou, dizendo que nunca foi sua intenção tocar nos seis de nenhuma mulher. "Talvez tenha cruzado uma linha, talvez tenha sido amigável ou íntimo demais. Mas, novamente, eu me desculpo", disse ele.

"A última coisa que quero fazer é ser uma distração nesse dia. Tudo é sobre Aretha Franklin", disse ele.

Ele também se desculpou pela piada que fez com o nome da cantora, de origem latina. No começo da cerimônia, o Ellis disse que se achou que era algo novo no menu do restaurante Taco Bell.

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