O truque de Taylor Swift para recuperar os direitos de suas músicas

Segundo a Variety, acordo entre Braun e a Shamrock Holdings deve ter custado mais de 300 milhões de dólares; Swift encontrou uma forma de contornar situação

A cantora americana Taylor Swift começou o ano de 2020 com uma turnê mundial marcada, a promessa de estádios lotados e um problema duro para ser resolvido. Aos 15 anos, a cantora assinou um contrato com a gravadora Big Machine Records, que, ao ser vendida para Scooter Braun (empresário de outros grandes nomes do pop, como Justin Bieber, Demi Lovato e Justin Bieber), passou a ter todos os direitos de seus álbuns de estúdio até o Lover, lançado em 2019.

Nesta segunda-feira, 16, Swift usou sua conta no Twitter para confirmar que todo o seu catálogo musicial havia sido vendido para uma empresa de capital privado sem o seu consentimento --- a segunda vez em que isso aconteceu em menos de dois anos. Para tentar retomar o controle de os direitos sobre suas músicas, a decisão de Swift foi simples do ponto de vista dos fãs, mas complicada: regravar todos os discos, desde o primeiro, lançado em 2006, até o Reputation, de 2017.

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Segundo a Variety, o acordo entre Braun e a Shamrock Holdings deve ter custado mais de 300 milhões de dólares, sendo que Swift confirmou em um tuite que o a companhia "comprou 100% da minha música, dos meus clipes, e da arte dos meus álbuns". No comunicado divulgado pela cantora, ela afirmou que, inicialmente, achou a oferta com a Shamrock interessante --- até descobrir que o acordo significava que Braun e sua companhia, Ithaca Holdings, continuaria a receber "muitos anos de retorno financeiro" por suas gravações, algo que "ela não pode mais fazer".

Neste ano, livre do contrato com a Big Machine Recordings, Swift lançou seu álbum Folklore durante a quarentena pela pandemia do novo coronavírus. O álbum, um sucesso desde a sua primeira semana, se tornou o primeiro a atingir um milhão de cópias vendidas em 2020, segundo a Billboard.

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