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Nova Exame

BMW retoma produção na fábrica de Santa Catarina

Serie 3 e X1, entre outros modelos, voltarão a sair hoje da linha de montagem; resto da indústria automotiva ainda ensaia volta após parada por coronavírus

Os dois modelos da BMW que fazem mais sucesso entre o público brasileiro são o sedã esportivo Serie 3 e o utilitário esportivo X1. Pois esses dois carros, além dos X3, X4 e X5, voltarão a ser produzidos a partir de hoje na planta da montadora em Araquari, Santa Catarina. É boa notícia, para o cliente final e para a indústria automotiva, mas que está sendo noticiada com bastante cautela.

Um vídeo interno de 5 minutos, ao qual EXAME teve acesso, explica as novas condições de trabalho. No total, 30 medidas se segurança para evitar o contágio do coronavírus foram anunciadas. Os funcionários devem chegar já de uniforme e máscara. Nos ônibus corporativos, devem intercalar os assentos. Ao chegar, não podem encostar com as mãos na catraca na hora de entrar.

Na fábrica, os colaboradores devem manter distância de um metro e meio um do outro, seguindo marcações no solo. As refeições agora são montadas individualmente e não mais servidas em esquema self service. Somente nesse momento os funcionários devem tirar a máscara. Os horários são intercalados para evitar aglomerações.

A planta de Araquari estava fechada desde o dia 26 de março. No total, mais de 50 montadoras ficaram com as atividades paradas no Brasil durante esse período. Agora, algumas começam a se preparar para a retomada das atividades. A primeira foi a Volkswagen, que reiniciou a produção de caminhões em Resende, no Rio de Janeiro, na semana passada.

Com fábricas na mesma região do Rio, Nissan, Jaguar Land Rover e PSA Peugeot Citroën seguem sem atividade. A fábrica da Mitsubishi e da Suzuki em Catalão, Goiás, deve manter as operações suspensas até 23 de maio. A Hyundai estima a volta para 26 de maio. Já a Toyota só deve retomar a produção no fim de junho.

 

Cerca de 370.000 trabalhadores de montadoras ficaram parados devido à crise. Segundo estudo da consultoria especializada Bright Consulting, a pandemia deve gerar um prejuízo de 42 bilhões de reais em 2020.

O discurso das montadoras é de uma retomada lenta, gradual. Isso porque ainda há estoque de peças nas linhas. O ritmo também dependerá da velocidade de reposição por parte dos fornecedores – e, principalmente, do ânimo do consumidor final.

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