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Oito atletas olímpicos que venderam suas medalhas: 2 são brasileiros

Além do prêmio em dinheiro que recebem, alguns atletas acabam vendendo suas medalhas por motivos variados, que vão desde atos filantrópicos até gastos com saúde

Pouquíssimas pessoas no mundo têm a oportunidade de segurar uma medalha olímpica. As que conquistam uma, normalmente as mantêm guardadas a sete chaves. Mas há exceções.

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Mesmo com o valor em dinheiro que os atletas ganham quando vencem o ouro, a prata ou o bronze nas Olimpíadas, alguns acabam vendendo suas medalhas, cujo preço vai muito além do metal usado na composição do objeto.

Entre esses atletas, há os que alardeiam o feito da venda, como foi o caso do boxeador ucraniano Wladimir Klitschko, que leiloou seu ouro conquistando em Atlanta 1996 por um milhão de dólares na frente dos jornalistas. Existem também aqueles que fazem pouco ou nenhum barulho, como o jogador de futebol Amaral, que revelou ter recentemente vendido seu bronze (também conquistado em Atlanta) por pouco mais de 20 mil reais. 

Os motivos que levam esses desportistas a venderem suas medalhas são variados: vão desde iniciativas filantrópicas até problemas financeiros pessoais e dividas com tratamentos saúde.

Wladimir Klitschko

 (Al Bello/Getty Images)

Medalha: Ouro

Olimpíada: Alanta, 1996

Motivo da venda: doar o dinheiro para uma instituição de órfãos que o atleta mantinha com seu irmão na Ucrânia. O leilão pela medalha arrecadou 1 milhão de dólares. Por mais incrível que pareça, o "comprador" misterioso devolveu a medalha para o boxeador, que mesmo assim ficou com o dinheiro.

Claudia Pastor

 (COB/Reprodução)

Medalha: Prata

Olimpíada: Atlanta, 1996

Motivo da venda: Cláudia vendeu a medalha de prata que conquistou no time de basquete do Brasil para pagar um tratamento médico de seu filho. Ela conseguiu 35 mil reais pela medalha.

Anthony Ervin

Medalha: Ouro

Olimpíada: Sidney, 2000.

Motivo da venda: o nadador vendeu sua medalha dos 50 metros livre em Sidney para ajudar as vítimas do terremoto de Sumatra-Andaman, que causou tsunamis na Indonésia, em 2004. Ele arrecadou 17 mil dólares.

Otylia Jedrzejzak

 (TIMOTHY CLARY//Getty Images)

Medalha: Ouro

Olimpíada: Atenas, 2004.

Motivo da venda: antes mesmo de ganhar a medalha, a nadadora havia prometido que se fosse premiada, reverteria o prêmio para uma causa nobre. Ela ganhou o ouro nos 200 metros borboleta e vendeu o disco por 80 mil dólares. O dinheiro foi doado para o tratamento de crianças com leucemia na Polônia.

Mark Wells

 (B Bennett/Getty Images)

Medalha: Ouro

Olimpíada: Moscou, 1980.

Motivo da venda: o campeão do hóquei no gelo vendeu seu ouro para bancar o tratamento de uma doença rara que comprometia sua medula espinhal. Ele arrecadou 310 mil dólares no leilão que promoveu.

Mark Pavelich

 (Bruce Bennett Studios/Getty Images)

Medalha: Ouro

Olimpíada: Moscou, 1980.

Motivo da venda: companheiro de time de Mark Wells nos Jogos olímpicos de 1980, Pavelich também vendeu sua medalha de ouro, no caso dele, por 262.900 mil dólares. O leilão aconteceu em 2014 e ele não deu muitos detalhes sobre o motivo da venda.

Piotr Malachowski

 (ANDREJ ISAKOVIC/Getty Images)

Medalha: Prata

Olimpíada: Rio de Janeiro, 2016.

Motivo da venda: o campeão polonês no lançamento de disco anunciou seu ouro nas redes sociais e arrecadou 84 mil dólares. O dinheiro foi usado no tratamento de uma criança com um tipo raro de câncer que acomete os olhos.

Amaral

 (ROBERTO SCHMIDT/Getty Images)

Medalha: Bronze

Olimpíada: Atlanta, 1996.

Motivo da venda: o ex-jogador de futebol brasileiro não deu detalhes sobre o motivo pelo qual vendeu seu bronze. Ele apenas disse que conseguiu mais de 20 mil reais com a venda e que não é uma pessoa apegada a objetos.

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