Neymar desembarca nos Estados Unidos para a Copa do Mundo 2026 (Reprodução/Instagram/Rafael Ribeiro/CBF)
Jonalista colaborador
Publicado em 12 de junho de 2026 às 14h41.
Antes do primeiro apito da Copa do Mundo, o torneio já tinha uma disputa paralela. Enquanto as seleções chegavam ao México, aos Estados Unidos e ao Canadá com uniformes oficiais e volumes de bagagem acima da média, os jogadores desciam as escadas dos aviões carregando bolsas que, somadas, valeriam o salário anual de um clube inteiro. Birkins raras, duffles de couro trançado, Keepalls em monograma espelhado e mais.
Eberechi Eze com Burberry Holdall xadrez (Reprodução/Instagram/Arsenal)
O inglês, embaixador da Burberry, saiu de Luton para seu último compromisso antes da Copa com uma Burberry Holdall xadrez do tamanho do próprio torso, avaliada em cerca de R$ 17.100. A bolsa é feita em lona com o xadrez house check da marca, acabamento em couro e dimensões generosas o suficiente para uma viagem de vários meses. Para quem assina contratos de embaixador, a escolha dificilmente é por acaso.
David Alaba com a Chanel Large Shopping Bag (Reprodução/Instagram)
O capitão da seleção austríaca chegou ao torneio com uma Chanel Large Shopping Bag em couro grainado preto e ferragens douradas, da coleção Métiers d'art 2026, avaliada em cerca de R$ 60.500. A peça tem fecho CC em metal dourado, alças duplas em couro e dimensões de 33 por 43 por 17 centímetros, dentro de uma coleção que a própria Chanel descreve como "selvagem, caprichosa, preciosa e cotidiana".
Erling Haaland exibindo a Hermès HAC Birkin 50 "Endless Road" em registro nas redes sociais (Reprodução/Instagram)
Haaland apareceu com uma das peças mais comentadas do grupo. A Hermès HAC Birkin 50 "Endless Road" é uma colaboração com o artista David Hockney, com pintura em aerógrafo sobre couro que traz uma paisagem de estrada americana em cores saturadas. É essa estética pop art que triplica o valor de revenda da bolsa nos leilões. A versão azul chega a cerca de R$ 222.600 em casas como a Sotheby's.
Lamine Yamal com a Shopping Bag da Chanel (Reprodução/Instagram)
Yamal, que acumula pressões sobre wingbacks na Copa e sobre a Chanel para lançar uma linha masculina digna do nome, chegou com uma Shopping Bag da maison francesa de cerca de R$ 45.800, combinada com uma jaqueta texturizada da mesma marca. A bolsa em couro matelassê com corrente dourada entrelada é um dos modelos mais reconhecíveis do catálogo atual da grife.
Goretzka optou pela Bottega Veneta: uma duffle bag em Intreccato, o couro trançado que a marca italiana criou nos anos 1970 e que nunca saiu de produção. O modelo tem capacidade para 50 centímetros de comprimento na base, grande o suficiente para carregar um troféu, por cerca de R$ 32.300. É uma das silhuetas mais antigas e mais copiadas do mercado de bolsas de luxo masculinas.
Neymar com Keepall Bandoulière da Louis Vuitton (Reprodução/Instagram)
Neymar foi na direção oposta ao clássico: sua Keepall Bandoulière da Louis Vuitton é amarela canário, com um dinossauro pendurado como charm, ao custo de cerca de R$ 37.000. O modelo segue a estrutura cilíndrica tradicional da linha, mas no colorway que a própria LV chama de "Jaune Fluo", um dos mais exuberantes do catálogo atual.
Mbappé com A5 Triangle Pouch da Christian Dior (Reprodução/Instagram)
Mbappé se apresentou com uma A5 Triangle Pouch da Christian Dior de cerca de R$ 8.200. A pochete triangular em couro liso com o logo CD em metal é um dos modelos de entrada da linha masculina da maison, pensado para funcionar tanto como bag quanto como carteira de viagem.
Jules Koündé com Reporter Bag vintage da Louis Vuitton (Reprodução/Instagram)
Koündé levou uma Reporter Bag vintage da Louis Vuitton de cerca de R$ 5.200, modelo criado originalmente para jornalistas que precisavam encaixar gravadores e computadores em bagagem de mão.
Ollie Watkins com Hermès Birkin HAC 50 em couro bege areia (Reprodução/Instagram)
Watkins chegou com uma Hermès Birkin HAC 50 em couro bege areia que pode chegar próxima a R$ 274.000. O "50" no nome indica os 50 centímetros de comprimento na base, tornando-a uma das versões com mais capacidade entre as Birkins disponíveis. O acabamento em couro Togo, granulado e resistente a arranhões, é um dos mais procurados entre colecionadores da peça.
Maximilian Beier com Goyard Boston 50 (Reprodução/Instagram)
Beier, na primeira Copa da carreira, chegou preparado com uma Goyard Boston 50 em monograma chevron marrom chocolate, por cerca de R$ 20.800. A Goyard é uma das poucas casas de viagem parisienses que ainda recusam a venda online, mantendo distribuição exclusiva em boutiques físicas. O chevron, estampa desenvolvida pela marca em 1892, aparece aqui na versão marrom sobre fundo bege, uma das combinações mais clássicas do catálogo.