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GESTÃO: Precisamos retomar o trabalho. Mas dá para voltar sem humanizar?

Muitas empresas estão retomando às atividades presenciais, mas será que a volta ao modelo antigo é realmente o melhor caminho?
Com a queda acentuada no número de casos de covid-19, a vida parece voltar ao normal (Getty Images/Joyce Diva)
Com a queda acentuada no número de casos de covid-19, a vida parece voltar ao normal (Getty Images/Joyce Diva)
Por BússolaPublicado em 10/05/2022 15:30 | Última atualização em 10/05/2022 14:57Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Por Karina Pires*

Com a queda acentuada no número de casos de covid-19, a vida parece voltar ao normal. Muitas empresas estão retomando às atividades presenciais, mas será que a volta ao modelo antigo é realmente o melhor caminho? No início do trabalho remoto, muitos gestores questionavam se haveria a queda de produtividade das equipes, mas a experiência mostrou justamente o contrário.

Hoje entendo que não exista outra opção que não seja o trabalho híbrido, flexível e, acima de tudo, humanizado. Durante esse período em que ficamos em home office, tivemos ganhos em qualidade de vida incontestáveis, como não perder tempo no trânsito ou não precisar enfrentar o transporte público lotado. Ou ainda fazer um esporte pela manhã, ter mais tempo com a família e diversos outros benefícios que esse modelo nos trouxe.

Mas também tivemos o desprazer de conhecer mais a fundo as doenças psíquicas, como ansiedade, burnout, pânico e tantas outras que desenvolvidas ao longo desse período. Muitas empresas relataram esses tipos de transtornos em membros de seus times. Pessoas realmente doentes e acuadas em suas casas, com medo de voltar à vida que até então entendíamos como “normal”.

Percebemos também que a falta do contato físico com as pessoas nos privou de algo tão importante, que são as relações, as construções individuais e coletivas. O crescimento e o aprendizado foram altamente prejudicados pela falta desse convívio. Até as trocas rápidas que tínhamos no momento do cafezinho fizeram falta. Aquela conversa que nos conectava com alguém de maneira simples e eficiente e eliminava uma reunião desnecessária. No home office, foram muitos encontros virtuais extensos e cansativos.

Diante de novos desafios, não temos como retroceder no tempo e fingir que a vida não mudou. Mudou sim — e muito —, mas mudou para melhor. Ganhamos com a flexibilidade, com a confiança no trabalho dos colaboradores e também conseguimos construir relações mais maduras e concretas no meio da adversidade. Esse é um ganho imensurável para todas as empresas.

Dados do relatório global Pulse, do Future Forum — um consórcio de pesquisa sobre o futuro do trabalho — mostram que os modelos de trabalho totalmente presenciais estão atrelados a pontuações baixas de experiência do colaborador. Os motivos listados são o estresse, a ansiedade e o menor equilíbrio entre vida profissional e pessoal.

O mesmo estudo, que foi realizado com 10 mil pessoas, apontou que o esquema híbrido ajuda a melhorar a produtividade e a saúde mental das pessoas. Então por que não investimos nesse “novo” padrão, que une o melhor das experiências on-line e presencial?

Importante destacar ainda que houve uma mudança também no patamar das relações com nossos funcionários, nos aproximamos, nos sensibilizamos e, finalmente, nos colocamos no lugar uns dos outros e entendemos que essa é sempre a melhor opção. É impressionante ver como crescemos e como conquistamos novas coisas em meio ao caos. Como esses ambientes hostis são tão favoráveis para nossa evolução e conseguimos ser melhores do que antes, nos reinventando.

*Por Karina Pires é  head de Gente e Gestão da Natural One, empresa líder no segmento de sucos 100% natural

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