Com tecnologia de captação de voz, startup traça perfil de novos clientes

82% dos leads gerados via áudio, ou seja, potenciais clientes que mandaram mensagens de voz para empresas, foram convertidos em vendas
Audiomind busca aproximar empresas e clientes e otimizar a captação de leads (The New York Times/Octavio Jones)
Audiomind busca aproximar empresas e clientes e otimizar a captação de leads (The New York Times/Octavio Jones)
Por BússolaPublicado em 30/01/2022 16:35 | Última atualização em 30/01/2022 12:38Tempo de Leitura: 2 min de leitura

A pandemia de covid-19 impulsionou o uso da tecnologia de áudio pelos brasileiros. A startup de captação e análise de áudio, Audiomind, aposta na tecnologia para aproximar empresas de seus clientes. As soluções desenvolvidas pela companhia ajudam instituições a captarem a voz de potenciais clientes e traçarem um perfil completo, com informações desde sexo e idade e até sentimentos.

O recurso auxilia empresas a compreenderem melhor quem são seus públicos consumidores e que tipo de serviço ou produto procuram. Um levantamento realizado da startup apontou que 82% dos leads gerados via áudio, ou seja, potenciais clientes que mandaram mensagens de voz para empresas interessadas em algum produto ou serviço, foram convertidos em vendas.

O estudo também revelou que companhias que redesenharam seus sites e disponibilizam a opção de pesquisas por voz, tiveram um aumento de 30% na concretização de negócios.

Para os idealizadores Alfredo Salles e Diego Viriato, no Brasil a tecnologia de áudio ainda está muito concentrada em rádios, podcasts e no consumo de músicas, com pessoas apenas como ouvintes.

Entretanto, defende que é possível ir além, com soluções que permitam às empresas não apenas falarem, mas ouvirem seus clientes, a fim de oferecerem soluções que vão de encontro com o que precisam.

“Estamos presenciando uma nova era da comunicação por áudio. Assistentes virtuais acionados por meio da voz, comandos dados a smartphones para realização de atividades, tudo isso já é possível, mas a tendência é estarmos cada vez mais conectados, com os gravadores interagindo conosco e entendendo exatamente quem somos e o que procuramos”, diz Salles.

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