Brasil

Witzel vai avaliar isolamento social do Rio na quinta

Atuais medidas estão em vigor até o dia 30, quando poderão ser parcial ou totalmente renovadas ou flexibilizadas

Wilson Witzel (PSC) quer analisar uma saída segura e gradual da quarentena (Adriano Machado/Reuters)

Wilson Witzel (PSC) quer analisar uma saída segura e gradual da quarentena (Adriano Machado/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 21 de abril de 2020 às 17h49.

O governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), vai se reunir com secretários na próxima quinta, 23, para avaliar o quadro de isolamento social contra o novo coronavírus no Estado. As atuais medidas estão em vigor até o dia 30, quando poderão ser parcial ou totalmente renovadas ou flexibilizadas.

Witzel quer receber informações seguras de seus auxiliares, inclusive com relação aos hospitais de campanha, para analisar uma saída segura e gradual da quarentena. Segundo fonte próxima ao governador, não há ainda nenhuma decisão tomada quanto a esse processo.

O mandatário fluminense integra a frente formada por governadores, a maioria de oposição ao presidente Jair Bolsonaro como o tucano João Doria (SP), em defesa das medidas de isolamento social para retardar a contaminação pela doença. A medida é recomendada por médicos e cientistas, para evitar uma sobrecarga nos sistemas de saúde por excesso de pacientes em curto espaço de tempo, o que levaria os hospitais a um colapso. O governador é crítico da postura de Bolsonaro, que defende o rápido fim da quarentena para que a economia não seja prejudicada.

Há duas semanas, ao renovar as medidas, Witzel suspendeu o isolamento em 30 cidades pequenas, do interior, onde não tinham sido registrados casos da doença.

Acompanhe tudo sobre:Rio de JaneiroWilson WitzelCoronavírus

Mais de Brasil

Michelle 'não pode desistir no meio do caminho', diz Celina sobre disputa ao Senado no DF

Moraes nega pedido para que Javier Milei visite Jair Bolsonaro

Escassez de mão de obra qualificada custa R$ 335 bilhões ao Brasil, diz estudo

Em meio ao tarifaço, quem está na frente nas pesquisas para presidente?