Brasil

TSE pede manifestação de produtores dos shows de Roger Waters

A decisão foi proferida ontem (27) pelo ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Jorge Mussi

Campanha do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) acusa a produtora T4F Entretenimento e o candidato Fernando Haddad (PT) de propaganda eleitoral irregular (Getty Images/Getty Images)

Campanha do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) acusa a produtora T4F Entretenimento e o candidato Fernando Haddad (PT) de propaganda eleitoral irregular (Getty Images/Getty Images)

AB

Agência Brasil

Publicado em 28 de outubro de 2018 às 15h30.

Última atualização em 28 de outubro de 2018 às 15h34.

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Jorge Mussi, pediu manifestação dos produtores responsáveis pelos shows do cantor inglês Roger Waters no Brasil. A decisão foi proferida ontem (27) em ação na qual a campanha do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) acusa a produtora T4F Entretenimento e o candidato Fernando Haddad (PT) de propaganda eleitoral irregular. A defesa do petista também poderá apresentar suas argumentações contra as acusações.

Após receber as manifestações, Mussi dará andamento à ação de investigação eleitoral. "Notifiquem-se os representados para, querendo, apresentarem ampla defesa", decidiu o ministro.

Para a campanha do candidato do PSL, houve o indevido aproveitamento da imagem do artista para "ostensiva e poderosa propaganda eleitoral negativa" contra Bolsonaro. Nas apresentações realizadas nas últimas semanas em diversas cidades, Waters se posicionou contra a candidatura de Bolsonaro.

Acompanhe tudo sobre:Shows-de-músicaTSEEleições 2018Pink FloydRoger Waters

Mais de Brasil

Senado aprova MP que estabelece piso salarial dos professores da educação básica

Tarcísio diz que Flávio Bolsonaro precisa explicar suas relações com Daniel Vorcaro

'Não precisamos de outro Bolsonaro contra o Brasil nos EUA', diz Alckmin sobre Flávio em Washington

Escala 6x1: Governo flexibilizou controle de jornada acima de R$ 21 mil para fechar acordo com Motta