Brasil

Thiago Brennand é condenado a 8 anos de prisão por assédio e ameaças

Empresário também foi condenado a pagar uma indenização de R$ 50 mil à vítima

Thiago Brennand, condenado por crimes de estupro (Redes Sociais/Arquivo Pessoal/Agência Brasil)

Thiago Brennand, condenado por crimes de estupro (Redes Sociais/Arquivo Pessoal/Agência Brasil)

Estadão Conteúdo
Estadão Conteúdo

Agência de notícias

Publicado em 18 de janeiro de 2024 às 19h14.

Última atualização em 18 de janeiro de 2024 às 19h16.

Priorizar nos meus resultados Google

O empresário Thiago Brennand foi condenado a oito anos de prisão em regime inicial fechado, por forçar sexo sem preservativo com uma ex na mansão onde morava em Porto Feliz, no interior de São Paulo. É a terceira condenação do empresário, que está preso desde abril de 2023.

Brennand também foi enquadrado no crime de stalking, que é a perseguição reiterada com ameaças, e condenado a pagar uma indenização de R$ 50 mil à mulher.

Como a decisão foi tomada na primeira instância, ele ainda poderá recorrer. A defesa do empresário não retornou a reportagem do Estadão.

A sentença é assinada pela juíza Raísa Cruvinel Schneider, da 2.ª Vara de Porto Feliz, que destacou que Brennand andava armado na mansão. Em depoimento, a vítima afirmou que a arma estava no quarto quando ele forçou a relação sexual sem camisinha. O caso aconteceu em 2022.

Com a nova sentença, as penas do empresário somam mais de 20 anos de prisão. Ele já havia sido condenado por agredir a modelo Helena Gomes em uma academia na zona sul de São Paulo e por estuprar uma mulher norte-americana em sua mansão.

O empresário responde a uma série de processos por abuso sexual, ameaça, lesão corporal, corrupção de menores, sequestro e cárcere privado. Ele chegou a passar quase um mês foragido nos Emirados Árabes, com o nome da lista de difusão vermelha da Interpol, antes de ser preso.

Acompanhe tudo sobre:EstuproCrime

Mais de Brasil

Quando é o próximo debate para presidente? Veja calendário

Pesquisa Futura: Tarcísio tem 54% e venceria eleição para governador no 1º turno

Pool de veículos cancela debate presidencial após desistência de Lula e Flávio Bolsonaro

Em carta aberta, 13 ex-ministros do STF dizem que Corte vive crise mais aguda de sua história