Brasil

STF retoma julgamento sobre "quadrilhão" do PMDB da Câmara

Ação analisa a extensão da imunidade presidencial e o desmembramento das investigações do "quadrilhão do PMDB da Câmara"

STF: julgamento foi reiniciado nesta manhã com o voto do ministro Alexandre de Moraes, que não havia concluído a leitura até a publicação deste text (Rosinei Coutinho/SCO/STF/Divulgação)

STF: julgamento foi reiniciado nesta manhã com o voto do ministro Alexandre de Moraes, que não havia concluído a leitura até a publicação deste text (Rosinei Coutinho/SCO/STF/Divulgação)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 19 de dezembro de 2017 às 12h06.

Brasília - Na última sessão plenária do ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) retomou na manhã desta terça-feira (19) o julgamento sobre a extensão da imunidade presidencial e o desmembramento das investigações do "quadrilhão do PMDB da Câmara".

Na abertura da sessão, os integrantes da Corte definiram que vão acompanhar a orientação do relator, ministro Edson Fachin, se posicionando primeiramente sobre o desmembramento das investigações e só depois sobre prisões.

O julgamento foi reiniciado nesta manhã com o voto do ministro Alexandre de Moraes, que não havia concluído a leitura até a publicação deste texto. Na última quinta-feira (14), Fachin reiterou a defesa do desmembramento das investigações.

Depois de a Câmara dos Deputados barrar o prosseguimento da denúncia em relação ao presidente Michel Temer e aos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência da República), Fachin decidiu enviar ao juiz federal Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba, a parte da denúncia pelo suposto crime de organização criminosa que se refere ao restante do núcleo político do PMDB da Câmara - o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-ministro Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), o ex-ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e o ex-assessor especial da Presidência Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR).

Já a parte da denúncia que trata do crime de obstrução à investigação de organização criminosa, com relação aos executivos Joesley Mendonça Batista e Ricardo Saud, foi encaminhada à Justiça Federal em Brasília.

Acompanhe tudo sobre:Michel TemerMDB – Movimento Democrático BrasileiroPartidos políticosCâmara dos DeputadosGoverno Temer

Mais de Brasil

Moraes dá 48h para Jair Bolsonaro explicar se deu aval a vídeo de IA na convenção de Flávio

Cleitinho diz ao PL que será candidato ao governo de Minas

Governo Lula vai ampliar prazo para aderir ao Desenrola 2.0

Lula provoca Trump por corte de verbas à OMS: 'tratamento de saúde não é para rico'