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Sem reajuste, servidores federais param os trabalhos nesta terça

Após aprovação do Orçamento com aumentos apenas para policiais federais, sindicatos decidiram pressionar por reajustes, com possibilidade de greve em março
 (Agência Brasil/Marcelo Camargo)
(Agência Brasil/Marcelo Camargo)
Por Alessandra Azevedo, de BrasíliaPublicado em 18/01/2022 06:00 | Última atualização em 17/01/2022 22:16Tempo de Leitura: 3 min de leitura

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Servidores públicos federais vão parar as atividades nesta terça-feira, 18, como parte de uma mobilização por reajustes salariais. O movimento começou em dezembro do ano passado, após a aprovação do Orçamento com previsão de reajuste apenas para servidores da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), a pedido do presidente Jair Bolsonaro.

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Em 29 de dezembro, o Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), que representa 200 mil servidores da elite do funcionalismo público, definiu um calendário com mobilizações, com a possibilidade de greve geral a partir de 3 de março. Os sindicatos das categorias devem suspender os trabalhos nos dias 18, 25 e 26 de janeiro. 

A mobilização também conta com o apoio do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), que representa outras categorias, inclusive com salários mais baixos do que as representadas pelo Fonacate. A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), que representa 1 milhão de servidores federais, faz parte do Fonasefe.

Servidores do Banco Central também vão participar do movimento. O Sindicato Nacional dos Funcionários do órgão (Sinal) espera mais de 50% de adesão interna do BC. A paralisação pode comprometer o atendimento ao público, a prestação de informações ao serviço financeiro, a manutenção de informática do BC e o acesso dos bancos a sistemas de informação. Os serviços essenciais serão mantidos.

Em 11 de janeiro, representantes do Sinal se encontraram com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, para tratar de aumentos salariais. Segundo o sindicato, a reunião foi “amistosa”, mas não houve proposta concreta de reajuste, somente declarações de intenções. Por isso, a paralisação foi mantida. 

Em nota, o Sinal afirmou que quase 2 mil funcionários deixaram os cargos comissionados ou não assumiram a função de chefia. “Esperamos que, ainda em janeiro, na nova reunião já agendada com o presidente do BC, haja uma proposta concreta. Caso contrário, passaremos a debater a proposta de greve por tempo indeterminado em fevereiro de 2022”, disse o presidente do Sinal, Fábio Faiad, em nota.

Além de servidores do BC, os atos têm sido discutidos pelo Fonacate com auditores da Receita Federal, servidores da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), auditores e técnicos da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Tesouro Nacional, auditores do trabalho, servidores de agências regulatórios, entre outros.