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Secretário de Reformas Econômicas da Fazenda deixa governo Lula

Marcos Barbosa Pinto deixou a pasta após pedido; exoneração foi publicada nesta segunda-feira, 5, no Diário Oficial da União

Marcos Barbosa Pinto: secretário foi exonerado da Secretaria de Reformas Econômicas da Fazenda nesta segunda (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Marcos Barbosa Pinto: secretário foi exonerado da Secretaria de Reformas Econômicas da Fazenda nesta segunda (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Publicado em 5 de janeiro de 2026 às 10h22.

O secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto, oficializou nesta segunda-feira, 5, sua saída do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Exoneração dele, a pedido do próprio secretário, foi publicada hoje no Diário Oficial da União (DOU), com assinatura da secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior.

Pinto estava no Executivo desde 2023 e atuou em algumas das principais pautas da pasta chefiada pelo ministro Fernando Haddad, como ampliação da isenção do Imposto de Renda (IR), programas Desenrola, de renegociação de dívidas, e Pé-de-Meia, de incentivo financeiro a estudantes do ensino médio da rede pública, e reforma tributária. O governo ainda não anunciou substituto dele na Secretaria de Reforma Econômicas.

Saída de Pinto já havia sido anunciada em novembro de 2025, em coletiva técnica após Lula sancionar projeto que isenta do IR quem ganha até R$ 5 mil. À época, afirmou que deixaria governo para voltar à iniciativa privada e dedicar mais tempo à família.

Na mesma ocasião, Haddad admitiu que ficou "chateado" com a decisão do secretário, citando recente saída de outro importante auxiliar, Bernard Appy, da extinta Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária.

Quem é Marcos Pinto?

O agora ex-secretário de Reformas Econômicas de Haddad formou-se em direito pela Universidade de São Paulo (USP) e fez mestrado na mesma área na Universidade de Yale (EUA).

Também possui mestrado em economia e finanças pela Fundação Getulio Vargas (FGV), onde atuou como professor de direito societário.

Foi sócio da Trindade Sociedade de Advogados e da Gávea Investimentos e trabalhou no Conselho de Administração de empresas como ALL, BRMalls, Energisa, Hering e Unidas. Ainda atuou como consultor do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

No serviço público, ocupou cargos de diretor da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e de chefe de gabinete da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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