Brasil

Para 3 ministros, STF pode mudar regra hoje sobre prisão após 2ª instância

Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Ricardo Lewandowski disseram que a decisão sobre o Lula poderá sim mudar a orientação após esgotados os recursos cabíveis

STF (Rosinei Coutinho/SCO/STF/Agência Brasil)

STF (Rosinei Coutinho/SCO/STF/Agência Brasil)

R

Reuters

Publicado em 4 de abril de 2018 às 15h23.

Os ministros Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), divergiram na tarde desta quarta-feira do entendimento apresentado pelo relator do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Edson Fachin, e disseram que a decisão sobre o petista poderá sim mudar a orientação da corte sobre a possibilidade de execução da prisão em segunda instância após esgotados todos os recursos cabíveis.

Inicialmente, Gilmar Mendes disse que não é "relevante" se está se julgando o habeas corpus do Lula. Para ele, o importante é que está se discutindo o tema.

Em aparte, Marco Aurélio Mello --que é relator de duas ações que discutem a revisão da prisão em segunda instância-- concordou com o colega.

"Nós estaremos julgando em definitivo e temos que ter em mente que processo não tem capa, tem conteúdo", destacou.

Lewandowski também concordou com a tese dos dois ministros.

Acompanhe tudo sobre:Luiz Inácio Lula da SilvaSupremo Tribunal Federal (STF)Cármen LúciaGilmar Mendes

Mais de Brasil

Michelle Bolsonaro deve ser candidata ao Senado, diz Flávio

Moraes vota para rejeitar recursos de militares condenados por trama golpista

Carnaval 2026: confira a programação dos desfiles do Grupo Especial do Rio

PT proíbe manifestações de cunho eleitoral em desfile sobre Lula