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O que engenheiras ouvem todo dia? Alunas da Poli respondem

Mulheres representam menos de 30% dos ingressantes na Escola Politécnica da USP; em vídeo, elas decidiram contar o que incomoda
 (Site Exame/Montagem/Rodrigo Sanches)
(Site Exame/Montagem/Rodrigo Sanches)
Por Clara CerioniPublicado em 12/04/2017 15:57 | Última atualização em 12/04/2017 16:02Tempo de Leitura: 2 min de leitura

São Paulo - Ser mulher e ainda fazer faculdade de engenharia na maior instituição do país, a Universidade de São Paulo (USP), é um desafio. Preconceito, machismo e descrédito são atitudes que as aspirantes a engenheiras enfrentam diariamente.

Em reação a esses comportamentos, um grupo de alunas dos cursos da Escola Politécnica da USP decidiram gravar uma versão de "Survivor" (Sobrevivente, em português), música lançada em 2001 pela banda Destiny's Child, que expõe a força e a independência feminina.

No vídeo, que já alcançou mais de 67 mil visualizações no YouTube, as estudantes dublam a música mostrando objetos e apagando discursos de ódio pintados pelo corpo. "Você faz Poli?", "mal amada", "você vai desistir", "sexo frágil" e "cara de empregada" são algumas das frases contestadas por elas.

A estudante de engenharia civil Sade Oliveira, 21 anos, explica que a iniciativa surgiu durante as preparações para a gincana "Integrapoli", que anualmente reúne todos os centros acadêmicos da Escola.

"Um dos desafios da competição era fazer um vídeo inspirado na música Survivor e, em vez de ficarmos no comum, vimos a oportunidade de alcançar um propósito muito maior e discutir o que passamos todos os dias", afirmou. No fim, o vídeo acabou vencendo o concurso.

Sade conta que cada mulher escolheu desenhar ou escrever aquilo com que ela mais se identificava e sofria, por isso as frases são tão expressivas e fortes.

"Eu, por exemplo, decidi enfrentar todos aqueles que acreditam que uma mulher que se preocupa com a sua beleza e imagem não pode ser inteligente e ainda por cima gostar de exatas", diz.

De acordo com o grupo de alunas, nos últimos cinco anos, apenas 27% dos ingressantes na Poli eram mulheres.