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Nem com mídia Campos atingiu 2 dígitos, diz cientista

O cientista político Marco Teixeira afirmou acreditar que Marina Silva seria, dentre todos os possíveis candidatos postos no momento, a maior ameaça à Dilma

Eduardo Campos: no levantamento feito pela CNT e MDA, a presidente Dilma Rousseff tem 43,5% das intenções de voto. Aécio tem 19,3%, enquanto Campos tem 9,5% (Elza Fiúza/ABr)
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Da Redação

Publicado em 7 de novembro de 2013 às 14h16.

São Paulo - Depois de semanas em grande exposição na mídia, em que apareceu repetidas vezes ao lado da ex-senadora Marina Silva (PSB-AC), o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos , não atingiu dois dígitos na pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o MDA Pesquisa, divulgada nesta quinta-feira, 7.

O fato foi destacado pelo cientista político Marco Antônio Carvalho Teixeira, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), que avalia que Campos, caso não consiga subir nas próximas pesquisas, pode ver Marina passar rapidamente de aliada à principal sombra.

"Há uns meses, eu disse que o Campos tinha até dezembro para encostar no Aécio (Neves, presidente nacional do PSDB e senador de Minas Gerais) e até março ou abril para se colocar como alternativa forte para o segundo turno. Se estes cenários não vierem, e eles não estão vindo, a pressão por uma candidatura de Marina vai aumentar", analisa.

No levantamento feito pela CNT e MDA, a presidente Dilma Rousseff tem 43,5% das intenções de voto. Aécio tem 19,3%, enquanto Campos tem 9,5%.

Teixeira afirmou acreditar ainda que a ex-senadora do PSB do Acre seria, dentre todos os possíveis candidatos postos no momento, a maior ameaça à Dilma.

De acordo com ele, Marina seria capaz de atrair o voto dos descontentes com o desgaste do governo do PT e poderia também tentar trazer parte do eleitorado do presidente nacional do PSDB e senador de Minas Gerais, majoritariamente formado por antipetistas.

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O fato foi destacado pelo cientista político Marco Antônio Carvalho Teixeira, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), que avalia que Campos, caso não consiga subir nas próximas pesquisas, pode ver Marina passar rapidamente de aliada à principal sombra.

"Há uns meses, eu disse que o Campos tinha até dezembro para encostar no Aécio (Neves, presidente nacional do PSDB e senador de Minas Gerais) e até março ou abril para se colocar como alternativa forte para o segundo turno. Se estes cenários não vierem, e eles não estão vindo, a pressão por uma candidatura de Marina vai aumentar", analisa.

No levantamento feito pela CNT e MDA, a presidente Dilma Rousseff tem 43,5% das intenções de voto. Aécio tem 19,3%, enquanto Campos tem 9,5%.

Teixeira afirmou acreditar ainda que a ex-senadora do PSB do Acre seria, dentre todos os possíveis candidatos postos no momento, a maior ameaça à Dilma.

De acordo com ele, Marina seria capaz de atrair o voto dos descontentes com o desgaste do governo do PT e poderia também tentar trazer parte do eleitorado do presidente nacional do PSDB e senador de Minas Gerais, majoritariamente formado por antipetistas.

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