Muito difícil realizar lockdown na cidade de SP, diz Bruno Covas

Em entrevista à GloboNews, o prefeito reeleito da capital paulista disse que a cidade não vai ter um lockdown para frear o avanço da covid-19

O prefeito reeleito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), disse nesta segunda-feira, 30, em entrevista à GloboNews que a cidade não vai ter um lockdown para frear o avanço da covid-19. Ainda segundo ele, a decisão do governo estadual de deixar para hoje a revisão da quarentena não foi proposital para coincidir com o término das eleições municipais.

“Aqui o município sempre foi mais cauteloso com a quarentena. A gente não se pautou por calendário eleitoral. Para a prefeitura seria muito mais fácil não ter se envolvido e deixado para o governo do estado. Mas a gente sempre se envolveu. A gente vai tomar as medidas de acordo com as decisões da Vigilância Sanitária do Município”, disse ele.

Há uma grande expectativa se a cidade de São Paulo vai voltar a ter alguma medida restritiva de circulação. A equipe do Centro de Contingência da Covid-19 do estado de São Paulo analisa os recentes dados de avanço da doença no estado, sobretudo o aumento de internações em hospitais da região metropolitana da capital, e prepara um plano para frear este crescimento.

“Cancelamos os grandes eventos de final de ano. A cidade de São Paulo não há espaço para o discurso alarmista de que teremos um novo lockdown e também para dizer que a pandemia já acabou. É preciso evitar aglomeração, usar máscara, álcool gel. A flexibilização não é o fim dessa guerra”, enfatizou Covas.

Ele ainda destacou que a cidade nunca realizou um lockdown de fato, como ocorreu na Europa, e que vai seguir as orientações do governo do estado. “Vamos continuar a insistir na conscientização, limitar horário a quantidade de pessoas nos estabelecimentos”, disse.

Aumento da passagem de ônibus

Durante a entrevista, o prefeito reeleito foi questionado sobre o aumento da passagem de ônibus na cidade, que sempre é reajustada no começo do ano. Ele disse que vai se reunir com o governo do estado nas próximas semanas para definir se haverá aumento.

“Nós estamos analisando junto com o governo do estado, levando em consideração a inflação, essa grave crise e até o final do ano vamos tomar uma decisão de quanto ela será”, disse.

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