Brasil

Leonardo Picciani é o novo ministro do Esporte

Ex-aliado da presidenta Dilma, Picciani orientou a bancada do PMDB na Câmara a votar a favor do processo de impeachment


	Leonardo Picciani: eleito pela primeira vez em 2002, quando tinha 22 anos, ele está em seu quarto mandato consecutivo na Câmara
 (Divulgação/Câmara dos Deputados)

Leonardo Picciani: eleito pela primeira vez em 2002, quando tinha 22 anos, ele está em seu quarto mandato consecutivo na Câmara (Divulgação/Câmara dos Deputados)

DR

Da Redação

Publicado em 12 de maio de 2016 às 18h09.

O deputado federal Leonardo Picciani (PMDB-RJ) é o novo ministro do Esporte no governo de Michel Temer. Eleito pela primeira vez em 2002, quando tinha 22 anos, ele está em seu quarto mandato consecutivo na Câmara dos Deputados e deixa a vaga de líder do PMDB na Casa para assumir o cargo no Executivo.

Picciani nasceu em Nilópolis (RJ), tem 36 anos e é advogado. Foi presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara em 2007 e relatou projetos ao longo de seus mandatos, como a mensagem que criou o Programa Federal do Primeiro Emprego, o Marco Regulatório das Agências Reguladoras e a limitação do uso das Medidas Provisórias pelo Governo Federal.

O deputado foi o relator da CPI da Pirataria, em 2003, e é de sua autoria a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que muda o artigo 155 da Constituição Federal, propondo que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre petróleo e energia passe a ser cobrado nos estados produtores e não no destino final, como ocorre atualmente.

De 2009 a 2011, foi secretário de Habitação do Rio de Janeiro, durante o governo de Sérgio Cabral (PMDB).

Ex-aliado da presidenta Dilma, Picciani orientou a bancada do PMDB na Câmara a votar a favor do processo de impeachment, mas, no dia de 17 de abril, proferiu voto contrário.

Acompanhe tudo sobre:Olimpíada 2016OlimpíadasMinistério do Esporte

Mais de Brasil

Michelle 'não pode desistir no meio do caminho', diz Celina sobre disputa ao Senado no DF

Moraes nega pedido para que Javier Milei visite Jair Bolsonaro

Escassez de mão de obra qualificada custa R$ 335 bilhões ao Brasil, diz estudo

Em meio ao tarifaço, quem está na frente nas pesquisas para presidente?