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Justiça interroga PMs acusados do sumiço de Amarildo

No julgamento, 25 policiais militares são acusados de envolvimento na tortura seguida de morte e ocultação de cadáver do pedreiro


	Protesto contra o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza no Rio: dos 25 réus, 12 aguardam julgamento presos, e 13 respondem em liberdade
 (Marcelo Camargo/ABr)

Protesto contra o desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza no Rio: dos 25 réus, 12 aguardam julgamento presos, e 13 respondem em liberdade (Marcelo Camargo/ABr)

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Da Redação

Publicado em 9 de abril de 2014 às 11h14.

Rio de Janeiro - A Justiça do Rio retoma, na manhã desta quarta-feira, 9, audiência de instrução e julgamento do processo em que 25 policiais militares são acusados de envolvimento na tortura seguida de morte e ocultação de cadáver do pedreiro Amarildo Dias de Souza, de 43 anos.

A vítima está desaparecida desde a noite de 14 de julho do ano passado, quando foi conduzido por PMs à sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Favela da Rocinha, na zona sul do Rio, "para averiguação".

O processo tramita na 35ª Vara Criminal do Rio. Serão retomados os interrogatórios dos réus. Na última sessão, realizada semana passada, foram ouvidas as últimas cinco testemunhas de defesa e teve início o depoimento dos acusados.

Os policiais Edson Santos, Luiz Felipe de Medeiros e Douglas Vital foram os três primeiros a serem interrogados. O tenente Edson Santos era o comandante da UPP na época do sumiço de Amarildo.

Dos 25 réus, 12 aguardam julgamento presos, e 13 respondem em liberdade. Os policiais respondem pelos crimes de tortura, ocultação de cadáver, fraude processual e formação de quadrilha.

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