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Há lógica de que não se pode ter gastos públicos, diz Temer

O presidente Michel Temer não quis entrar no debate sobre o polêmico aumento de salários do Judiciário, que tramita no Congresso Nacional

Michel Temer: o presidente disse que Brasil está em uma situação delicada (Ueslei Marcelino / Reuters)
DR

Da Redação

Publicado em 4 de setembro de 2016 às 17h12.

Hangzhou -- O presidente Michel Temer não quis entrar no debate sobre o polêmico aumento de salários do Judiciário, que tramita no Congresso Nacional. O peemedebista disse que o tema só será avaliado pelo Palácio do Planalto após a tramitação no Senado , mas ressaltou que "há fundamento" de que não se pode aumentar o gasto público.

Ao ser questionado sobre a opinião sobre o reajuste para o judiciário, Temer lembrou que há situação fiscal delicada no Brasil. "Há fundamento de que não se pode ter gastos públicos nesse momento", disse, em entrevista ao fim do primeiro dia da reunião de cúpula das 20 maiores economias do mundo, o G-20.

"Eu vou esperar o Senado decidir. Eu sei que há uma grande divisão no Senado e a minha tarefa será depois da avaliação do Senado", comentou. "Vejo que há grande divisão no Senado, mesmo no PMDB. Há alguns que votam a favor, mas muitos que votam contra. Dependendo do que o Senado decidir, vem para a sanção ou o veto".

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Ao ser questionado sobre a opinião sobre o reajuste para o judiciário, Temer lembrou que há situação fiscal delicada no Brasil. "Há fundamento de que não se pode ter gastos públicos nesse momento", disse, em entrevista ao fim do primeiro dia da reunião de cúpula das 20 maiores economias do mundo, o G-20.

"Eu vou esperar o Senado decidir. Eu sei que há uma grande divisão no Senado e a minha tarefa será depois da avaliação do Senado", comentou. "Vejo que há grande divisão no Senado, mesmo no PMDB. Há alguns que votam a favor, mas muitos que votam contra. Dependendo do que o Senado decidir, vem para a sanção ou o veto".

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