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Exército treina polícias de 15 estados para a Copa

O treinamento começou na segunda-feira, 31, e segue até sexta-feira, 4, coordenado pelo general Júlio César de Arruda, da Brigada de Operações Especiais


	Tropas Especiais do Exército Brasileiro: é a primeira vez que preparação é oferecida a contingentes policiais com foco em prevenção a terrorismo
 (Divulgação/Exército Brasileiro)

Tropas Especiais do Exército Brasileiro: é a primeira vez que preparação é oferecida a contingentes policiais com foco em prevenção a terrorismo (Divulgação/Exército Brasileiro)

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Da Redação

Publicado em 2 de abril de 2014 às 15h28.

Goiânia - Policiais civis, federais e militares de 15 estados brasileiros estão participando, em Goiânia, de um treinamento antiterrorismo, com foco na Copa do Mundo, que começará em junho, e nas Olimpíadas de 2016.

O treinamento começou na segunda-feira, 31, e segue até sexta-feira, 4, coordenado pelo general Júlio César de Arruda, da Brigada de Operações Especiais, considerada a elite do Exército brasileiro.

É a primeira vez que essa preparação é oferecida a contingentes policiais com foco em prevenção a terrorismo.

A Brigada foi criada após os atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos, tem sede em Goiânia e esteve presente em várias ações críticas recentes, como em ocupações de favelas dominadas pelo narcotráfico no Rio de Janeiro.

Composta de militares com treinamento vasto, promovido em diferentes regiões brasileiras, e preparo técnico e psicológico para situações críticas, como reação a atentados, a tropa da Brigada promoveu nesta quarta uma simulação com os policiais em treinamento, em um bairro residencial próximo da sede, situada no Jardim Guanabara.

Nos últimos dias, os participantes do treinamento foram preparados e submetidos a várias situações de confronto em ambientes fechados, simulando invasões de casas e bunkers de criminosos para dominar e prender envolvidos, por exemplo.

Também conheceram equipamentos e armamentos sofisticados que poderão utilizar durante os eventos com previsão de presença de muitos estrangeiros, incluindo de países onde há conflitos e dissidências armadas organizadas e habituadas a ações de terrorismo.

Um dos equipamentos experimentados indica se o policial que o está utilizando está vivo, morto, ferido levemente ou gravemente.

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