Brasil

Escolha de novo presidente da Câmara deve ocorrer na quinta

Próximo líder da Casa ocupará cargo até fevereiro, quando ocorrerá uma nova eleição


	Câmara dos Deputados: próximo líder da Casa ocupará cargo até fevereiro, quando ocorrerá uma nova eleição
 (Agência Brasil/Wilson Dias)

Câmara dos Deputados: próximo líder da Casa ocupará cargo até fevereiro, quando ocorrerá uma nova eleição (Agência Brasil/Wilson Dias)

DR

Da Redação

Publicado em 7 de julho de 2016 às 16h55.

Priorizar nos meus resultados Google

Após a renúncia de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ao cargo de presidente da Câmara dos Deputados, os líderes partidários convocaram uma reunião para o final da tarde de hoje (7) para tratar do processo sucessório da Casa.

Durante o encontro, os deputados tentarão chegar a um entendimento em torno do prazo para a escolha do novo presidente. O regimento Interno da Câmara determina que o novo presidente deve ser escolhido no prazo de até cinco sessões plenárias – deliberativas ou de debates - com o mínimo de 51 deputados presentes.

Neste cenário, a escolha do novo presidente ficaria para a próxima quinta-feira (14). O governo do presidente interino Michel Temer, contudo, tem pressa e quer que a eleição ocorra já na segunda-feira (11). A defesa dessa data ficará a cargo do líder do governo, André Moura (PSC-SE).

A antecipação não é bem vista por alguns deputados, que defendem que a escolha fique para a terça ou quarta-feira.

O próximo presidente da Câmara ocupará a cadeira para uma espécie de mandato-tampão, comandando a Casa até fevereiro do próximo ano quando um novo presidente será eleito.

Acompanhe tudo sobre:PolíticosPolíticos brasileirosPolítica no BrasilMichel TemerMDB – Movimento Democrático BrasileiroCâmara dos DeputadosEduardo Cunha

Mais de Brasil

'Brasil vive esgotamento de modelo baseado em gasto e consumo', diz Daniella Marques

'Está com muita sujeira', diz economista da campanha de Caiado sobre necessidade de ajuste fiscal

Governo prepara medida para zerar IPI no país, diz Durigan

Kim Kataguiri cobra ajuste fiscal e defende corte de privilégios para ampliar investimentos