Brasil

Eleição no DF pode se estender até às 22h, diz TRE

O atraso ocorre devido a dificuldade da leitura dos dados biométricos de alguns eleitores e do excessivo movimento


	Urna biométrica: o colégio eleitoral deve distribuir senhas para as pessoas que estiverem na fila até às 17h
 (Wilson Dias/Arquivo Agência Brasil)

Urna biométrica: o colégio eleitoral deve distribuir senhas para as pessoas que estiverem na fila até às 17h (Wilson Dias/Arquivo Agência Brasil)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de outubro de 2014 às 16h18.

Brasília - A eleição na capital do País pode durar até às 22h deste domingo, 05, segundo o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF). O Secretário de Tecnologia da Informação do Tribunal, Ricardo Negrão, disse que o atraso ocorre devido a dificuldade da leitura dos dados biométricos de alguns eleitores e do excessivo movimento, sobretudo na região de Águas Claras, região administrativa do DF.

O prazo final para que os eleitores tenham acesso às zonas eleitorais é 17h, mas todos que estiverem no local até este momento estarão aptos a votar. O colégio eleitoral deve distribuir senhas para as pessoas que estiverem na fila até às 17h.

O TRE-DF informou ainda que 100 urnas foram trocadas em diversas zonas eleitorais. Algumas por problemas na identificação biométrica, mas a situação foi regularizada. "Vale frisar que, alguns casos de demora na identificação não é falha do leitor, mas do posicionamento do dedo no equipamento", disse comunicado do tribunal. Foram disponibilizadas 680 urnas reservas.

O eleitor tem até oito tentativas para a identificação biométrica e caso não funcione, o mesário da seção libera para votação e o eleitor irá assinar no caderno de votação.

Acompanhe tudo sobre:Política no BrasilPolíticaEleiçõesEleições 2014

Mais de Brasil

Avião de pequeno porte cai no Rio Grande do Sul

Cartão de crédito será aceito em todas as estações do Metrô de SP, diz CEO da Autopass

O que abre e o que fecha na Páscoa? Veja os serviços que funcionam no feriado

Lula exonera Camilo Santana do MEC e nomeia Leonardo Barchini como novo ministro