Brasil

É normal haver desencontros, diz vice de Marina Silva

Beto Albuquerque afirmou que que existe o risco de errar na tomada de decisões sob forte emoção, mas que não existe ameaça às alianças desaprovadas por Marina


	Beto Albuquerque e Marina Silva: ele irá visitar SP, PR e RJ "em nome do partido"
 (Valter Campanato/Agência Brasil)

Beto Albuquerque e Marina Silva: ele irá visitar SP, PR e RJ "em nome do partido" (Valter Campanato/Agência Brasil)

DR

Da Redação

Publicado em 26 de agosto de 2014 às 12h19.

Priorizar nos meus resultados Google

São Paulo - Candidato a vice-presidente na chapa de Marina Silva (PSB), Beto Albuquerque afirmou, em entrevista ao jornal O Globo, que é normal haver alguns "desencontros" nesses primeiros dias sem Eduardo Campos e que existe o risco de errar na tomada de decisões sob forte emoção. Mesmo assim, segundo ele, não existe ameaça às alianças desaprovadas por Marina nos estados.

Albuquerque frisou que em São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro, o fato de Marina não subir no palanque não significa que o PSB vai abandonar seus projetos. "Eu vou cumprir a tarefa em nome do partido. Nesses locais, Marina vai pedir votos para os deputados e não pedirá voto para o governador. Mas eu vou", disse.

Em relação a doações de setores rechaçados pela Rede Sustentabilidade, como agronegócio e bebidas alcoólicas, o candidato a vice afirmou que respeita os princípios da Rede, mas que no PSB a única proibição é aceitar recursos de fontes ilegais.

Albuquerque defendeu ainda a manutenção do tripé econômico, além de reformas política e tributária.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPolítica no BrasilPartidos políticosCelebridadesEleiçõesMarina SilvaEleições 2014PSB – Partido Socialista Brasileiro

Mais de Brasil

Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 43%, no 2° turno

Pesquisa Gerp: Flávio Bolsonaro tem 40% e Lula, 37%, no 1º turno

Pesquisa AtlasIntel: Flávio Bolsonaro tem 47,2% e Lula, 46,8%, no 2º turno

AtlasIntel: Para 49,5%, Lula é o mais prejudicado pela crise no STF