Brasil

Doria diz que houve excesso de professores e da GCM

Um protesto de professores municipais contra a reforma da previdência da categoria acabou em confronto com policiais militares e guardas metropolitanos

Doria: para o prefeito, o ato serviu para intimidar os parlamentares (Adriano Machado/Reuters)

Doria: para o prefeito, o ato serviu para intimidar os parlamentares (Adriano Machado/Reuters)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 14 de março de 2018 às 16h31.

São Paulo - O prefeito de São Paulo, João Doria, disse que o Executivo condena a "invasão" de professores na Câmara Municipal nesta quarta-feira, 14. Ele admitiu ainda que houve excessos dos dois lados, de manifestantes e de guardas civis metropolitanos.

Um protesto de professores municipais contra a reforma da previdência da categoria acabou em confronto com policiais militares e guardas metropolitanos na tarde desta quarta.

A categoria tenta pressionar os vereadores a rejeitar o projeto de lei 621, que está em discussão na Câmara Municipal e propõe mudanças na Previdência dos funcionários do município.

Para o prefeito, o ato serviu para intimidar os parlamentares. "Houve uma invasão, não foi um convite, o que não justifica nenhum tipo de violência de nenhuma parte", disse o prefeito. "Houve excesso das suas partes, de quem invadiu e da GCM também."

Acompanhe tudo sobre:ProtestosSão Paulo capitalEducaçãoJoão Doria Júnior

Mais de Brasil

Receita dispensa auditor alvo de operação sobre acesso a dados de ministros do STF

TSE marca julgamento que pode cassar mandato de Claudio Castro para 10 de março

Governo lança processo seletivo para contratar 489 profissionais temporários

Paes anuncia Jane Reis como vice na chapa pela disputa do governo do Rio