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Ex-diretor da Petrobras fica calado em depoimento a CPI

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras foi questionado se aceitaria uma sessão secreta, mas Paulo Roberto Costa disse que preferiria uma sessão aberta


	Costa: no início do depoimento, ele disse que iria se reservar o direito de permanecer calado
 (Geraldo Magela/Agência Senado)

Costa: no início do depoimento, ele disse que iria se reservar o direito de permanecer calado (Geraldo Magela/Agência Senado)

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Da Redação

Publicado em 17 de setembro de 2014 às 16h37.

Brasília - O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou no início do seu depoimento à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras que iria se reservar o direito de permanecer calado.

Posteriormente, ele foi questionado se aceitaria uma sessão secreta, mas Costa disse que preferiria uma sessão aberta.

Costa foi chamado à CPMI após ter dito à Polícia Federal, segundo a mídia, que dezenas de parlamentares e três governadores teriam recebido pagamentos de comissão sobre contratos da estatal.

O depoimento à PF, que teria sido realizado no âmbito de uma delação premiada, foi feito em apuração da operação Lava Jato, que investiga lavagem de dinheiro.

Questionado pelo relator Marco Maia (PT-RS) sobre suposta corrupção na compra da refinaria de Pasadena, no Texas, ele disse que continuaria calado. Outros questionamentos foram feitos, e Costa se manteve calado.

Texto atualizado às 16h36min do mesmo dia.

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