Brasil

Dilma diz que 2013 será ano do crescimento sustentável

"Queremos que o povo brasileiro e o emprego cresçam, e, sobretudo, eu quero que educação de qualidade cresça", afirmou a presidente


	A residente Dilma Rousseff cumprimenta trabalhadores das obras do sistema adutor do Piauí durante assinatura de ordens de serviço da Adutora Padre Lira
 (Roberto Stuckert Filho/PR)

A residente Dilma Rousseff cumprimenta trabalhadores das obras do sistema adutor do Piauí durante assinatura de ordens de serviço da Adutora Padre Lira (Roberto Stuckert Filho/PR)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de junho de 2013 às 07h48.

São Paulo - A presidente Dilma Rousseff afirmou, nesta sexta-feira, em São Julião (PI), que 2013 será o ano "do crescimento sério, sustentável e sistemático" e priorizou, em seu discurso, o avanço social sobre o da economia brasileira.

"Queremos que o povo brasileiro e o emprego cresçam, e, sobretudo, eu quero que educação de qualidade cresça", afirmou Dilma.

A presidente reafirmou que o crescimento da educação de qualidade é um compromisso do governo e também defendeu, novamente, o uso dos royalties do petróleo do pré-sal para essa finalidade.

"Essa riqueza, o petróleo, produz royalties, dinheiro, que tem de ir para garantir, no horizonte, em 2020, 2030, a educação. Garantir a educação em tempo integral, o programa Ciência Sem Fronteiras", afirmou.

Além de lembrar que o governo investirá um total de R$ 1,3 bilhão em adutoras, barragens e prevenção no Piauí, Dilma fez afagos públicos ao governador Wilson Martins (PSB), aliado, mas partidário do governador Eduardo Campos, de Pernambuco (PSB), possível adversário da presidente em 2014.

"O governador de fato tem sido um grande parceiro do meu governo", disse Dilma, que durante o discurso, pregou a continuidade dessa parceria. "Somos parceiros em todos os projetos que tirarmos do papel. Sozinhos, vamos até um ponto, mas quando a gente pega junto, vamos mais longe; e o que quero é ir muito mais longe aqui no Piauí", afirmou.

Durante a cerimônia de assinatura de ordens de serviço das obras da adutora Padre Lira para a distribuição de água a cinco municípios piauienses e do projeto de irrigação no assentamento de Marrecas/Jenipapo, Dilma anunciou ainda a ampliação das ações da bolsa estiagem e garantia safra, de subvenção aos impactos da seca. "Enquanto tiver seca, esses programas vão existir", prometeu.

Acompanhe tudo sobre:Dilma RousseffPersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilGoverno Dilmaeconomia-brasileira

Mais de Brasil

Lula tem encontro com Zelensky durante cúpula do G7 e conversam sobre guerra entre Rússia e Ucrânia

Na cúpula do G7, Lula chama Donald Trump de 'mau exemplo para democracia'

Fim da 6x1 pode elevar custo do transporte público em 15% e pressionar tarifa

'O mundo não é de esquerda', diz Lula em cúpula do G7