Datena muda de partido para concorrer ao Senado na chapa de Tarcísio

O apresentador, que estava filiado ao União Brasil, seria candidato ao Senado na chapa do agora governador de São Paulo Rodrigo Garcia (PSDB)
Datena: caso sua pré-candidatura se confirme, será sua estreia em uma disputa eleitoral  (Facebook/Reprodução)
Datena: caso sua pré-candidatura se confirme, será sua estreia em uma disputa eleitoral  (Facebook/Reprodução)
André Martins
André Martins

Publicado em 01/04/2022 às 12:03.

Última atualização em 01/04/2022 às 14:13.

O PSC anunciou nesta sexta-feira, 1º, que o apresentador José Luiz Datena se filiou ao partido e colocou seu nome à disposição para ser candidato ao Senado por São Paulo na chapa do ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos).

“Comunicamos a filiação do jornalista e apresentador José Luís Datena ao Partido Social Cristão (PSC), que em nome do seu presidente estadual, deputado federal Gilberto Nascimento, já declarou apoio à pré-candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao governo de São Paulo. Datena coloca seu nome à disposição da coligação para concorrer ao Senado Federal", disse o comunicado assinado por Datena e Gilberto Nascimento.

Datena, que estava filiado ao União Brasil, seria candidato ao Senado na chapa do agora governador de São Paulo Rodrigo Garcia (PSDB). Na semana passada, União Brasil e PSDB chegaram a anunciar em nota a candidatura do jornalista. Essa não foi a primeira mudança de Datena nessa pré-campanha. Ele já se lançou pré-candidato a Presidência da República pelo PSL, depois deixou o partido e anunciou a filiação no PSD de Gilberto Kassab para concorrer ao Senado, antes de se transferir para o União Brasil. Caso sua pre-candidatura se confirme, será a estreia do Datena em uma disputa eleitoral. 

O apresentador lidera com folga as intenções de voto para a disputa ao Senado em São Paulo. Levantamento da Quaest divulgado em março mostra que o apresentador segue com 39% das intenções de voto, seguido pelo ex-governador Márcio França (PSB), com 15% e pelo empresário Paulo Skaf (MDB), com 13%.