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Congresso adia votação do Orçamento de 2026 para sexta-feira

Presidente da CMO, senador Efraim Filho, disse que o relator da matéria, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), pediu mais tempo para finalizar o relatório

Publicado em 18 de dezembro de 2025 às 13h57.

A sessão conjunta do Congresso Nacional para votar o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2026 foi adiada para a sexta-feira, 19. A nova data prevê a realização da votação às 12h, no Plenário da Câmara dos Deputados.

O adiamento foi confirmado pelo presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), senador Efraim Filho (União-PB). Segundo ele, a mudança ocorreu após o relator da proposta, deputado Isnaldo Bulhões (MDB-AL), solicitar mais tempo para concluir o relatório.

A possibilidade de adiamento já havia sido sinalizada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), durante sessão deliberativa realizada na quarta-feira, 17. Na ocasião, ele condicionou a realização da sessão à entrega do parecer dentro do prazo.

"Eu não vou mudar o meu desejo, Líder Jaques Wagner. A sessão do Congresso vai continuar marcada para amanhã, meio-dia. Se o relatório não for condensado ao ponto de que os Parlamentares Deputados e Senadores possam votar o Orçamento, a gente vai adiando, para 2h da tarde, para 4h da tarde, para 6h da tarde, ou para sexta-feira, às 10h da manhã. O que eu quero é me desobrigar também da votação do Orçamento, que é um compromisso de todos nós", disse Alcolumbre.

Deputados e senadores estavam convocados para se reunir às 12h desta quinta-feira para discutir o texto do PLOA, que estima as receitas e fixa as despesas da União para 2026, além de definir as áreas que receberão recursos do governo federal.

Além do Orçamento do próximo ano, a pauta inclui a análise de outros 23 projetos de lei que tratam da abertura de créditos adicionais no Orçamento de 2025. O PLOA impacta todos os setores do Poder Público e é essencial para garantir a continuidade dos serviços públicos a partir de janeiro.

A expectativa do governo é concluir a votação antes do recesso parlamentar, permitindo que o texto siga para sanção presidencial e que o Orçamento possa ser executado no início do próximo ano.

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