Brasil tem 1.346 mortes por covid-19 em 24h; total passa de 81 mil

Segundo o consórcio de imprensa, a média móvel diária, que contabiliza o número de óbitos da última semana, está em 1.048 confirmações

O Brasil tem 81.597 mortes e 2.166.597 casos confirmados de covid-19, segundo levantamento do consórcio de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde e divulgado nesta terça-feira, 21 de julho.

O balanço, atualizado às 20 horas, mostra que em 24 horas foram registrados 1.346 óbitos e 44.887 testes reagentes para o SARS-CoV-2.

O consórcio de veículos reúne UOL, Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, O Globo, G1 e Extra.

A média móvel, que contabiliza o número de óbitos da última semana, é de 1.048. Há quase dois meses este valor está acima de 1.000 confirmações.

SP passa de 20 mil mortes

O estado de São Paulo, o mais atingido pela pandemia em números absolutos, ultrapassou a marca de 20.000 mortes por covid-19 nesta terça-feira.

Segundo balanço da Secretaria da Saúde, o estado tem um total de 20.171 óbitos e 422.669 casos confirmados. Nas últimas 24 horas foram mais 383 vítimas e 6.235 novos infectados.

Vacina

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta terça, a condução de um ensaio clínico que estudará dois tipos de vacina contra a covid-19. Essas vacinas estão sendo desenvolvidas pelas empresas BioNTech e Pfizer e são baseadas em ácido ribonucleico (RNA), que codifica um antígeno específico do vírus SARS-CoV-2.

Segundo a agência, o estudo prevê a inclusão de cerca de 29.000 voluntários. Desse total, 5.000 são no Brasil, distribuídos nos estados de São Paulo e Bahia. O recrutamento dos voluntários é de responsabilidade dos centros que conduzem a pesquisa.

Também nesta terça, a primeira voluntária, uma médica do Hospital das Clínicas de São Paulo, recebeu uma dose de teste da vacina contra a covid-19 do laboratório chinês Sinovac.

Ao todo, 9.000 voluntários vão receber a vacina em 12 centros de pesquisa em seis estados brasileiros. O governo estima que o estudo deverá ser concluído até setembro. Se os testes forem bem-sucedidos, a vacina pode começar a ser produzida no início de 2021.

(Com Estadão Conteúdo)

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