Brasil

Câmara analisa MP que dá foro privilegiado a Moreira Franco

O ministro é um dos alvos da segunda denúncia apresentada contra o presidente Michel Temer pela Procuradoria-Geral da República

Moreira Franco: Temer, Moreira e Padilha são acusados de formação de quadrilha (Antônio Cruz/AGÊNCIA BRASIL/Agência Brasil)

Moreira Franco: Temer, Moreira e Padilha são acusados de formação de quadrilha (Antônio Cruz/AGÊNCIA BRASIL/Agência Brasil)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 26 de setembro de 2017 às 20h38.

Priorizar nos meus resultados Google

Brasília - O plenário da Câmara começou na noite desta terça-feira, 26, a analisar a medida provisória que dá status de ministério à Secretaria-Geral da Presidência da República, e na prática, garante o direito ao chamado foro privilegiado a Moreira Franco.

O ministro é um dos alvos da segunda denúncia apresentada contra o presidente Michel Temer pela Procuradoria-Geral da República.

Temer, Moreira e Eliseu Padilha (Casa Civil) são acusados de formação de quadrilha. De acordo com a PGR, o grupo seria integrado também pelo ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures, em prisão domiciliar, e pelos ex-ministros Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Lima, ambos presos.

O governo tenta desde o início do ano garantir o foro especial a Moreira. Uma primeira MP perdeu a validade em maio, e o Palácio do Planalto teve de reeditá-la. Deputados da oposição criticaram a medida. O governo nega que seja esse o objetivo da MP.

Além de dar status de ministro a Moreira, a MP também faz outras alterações na estrutura da administrativa do Executivo e estabelece a criação do Ministério dos Direitos Humanos.

Acompanhe tudo sobre:Michel TemerCâmara dos DeputadosRodrigo JanotGoverno TemerMoreira Franco

Mais de Brasil

Datafolha: 30% votam para evitar que outro candidato chegue à Presidência

Renan Santos supera Marçal em menções nas redes, mas avanço vem com desgaste, diz estudo

Acordo sul-americano abre céu do Brasil para aéreas estrangeiras e mira mais voos

Tarcísio diz apoiar Flávio, mas mira votos de eleitores de Lula