Previsões da moda passam pelo big data

Clientes pagam entre 7 000 e 15 000 dólares para ter acesso às detalhadas previsões de estilo

Um dos grandes trunfos do big data para as empresas é a capacidade de prever problemas, adiantar soluções e baratear custos. E, mesmo fora do mundo da TI, segmentos como a moda mostram que a análise bem feita dos dados pode fazer com que uma marca prospere.

Matéria recente publicada no jornal The Wall Street Journal mostra que empresas de previsão de tendências começam a fazer mais e mais sucesso no mercado da moda. Clientes pagam entre 7 000 e 15 000 dólares para ter acesso às detalhadas previsões, com dicas de cores, cortes e panos que farão sucesso nas próximas semanas de moda pelo mundo.

Apesar de previsões de moda serem comuns há décadas, a tecnologia ampliou sua capacidade e facilitou seu acesso. Uma dessas empresas é a Worth Global Style Network, da Inglaterra, que teve grande crescimento nos últimos dois anos vendendo relatórios para varejistas. A empresa americana Stylesight, que também promove previsões, conta com mais de 3 000 assinantes de seus completos estudos sobre o que funcionará no futuro.

Mas o exemplo mais completo da mistura entre dois mundos é a EDITD, empresa criada por uma designer e um especialista em TI. O objetivo é fornecer dados analíticos em tempo real sobre o que está em alta ou não, para que varejistas possam trocar suas vitrines em maior velocidade, não percam tendências e saibam chamar a atenção de clientes antenadas.

Ainda segundo a matéria publicada no jornal americano, diversos varejistas afirmaram que tais relatórios realmente facilitam a tomada de decisões e surgem como uma forma importante de chamar a atenção do consumidor moderno, que compra pela internet e pesquisa preços e tendências em velocidades cada vez maiores. Se os clientes pedem mudanças rápidas, o big data é uma das respostas para que decisões sejam tomadas em um clique.

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