Tecnologia

Os melhores apps e jogos de 2018, segundo a Apple

Empresa divulgou quais aplicativos e games considera serem as melhores opções do ano para iPhone, iPad, Mac e Apple TV

Lucas Agrela

Lucas Agrela

Publicado em 5 de dezembro de 2018 às 16h39.

Última atualização em 5 de dezembro de 2018 às 17h16.

São Paulo – A Apple divulgou nesta semana a sua lista de melhores aplicativos e jogos para iPhones, iPads, Macs e Apple TV em 2018.

No iPhone, os vencedores foram o app de desenho Procreate Pocket e o jogo Donut Country, que funciona como um quebra-cabeças com história. Um game do mesmo estilo, chamado Gorogoa, foi o vencedor na categoria nos iPads. Graças aos recursos de realidade aumentada do software da Apple, o aplicativo vendedor feito para o tablet da empresa foi o Froggipedia, que permite simular a dissecação de um sapo.

Já para a Apple TV, o dispositivo que dá recursos inteligentes a televisores, os apps eleitos foram o Sweat, de exercícios físicos, e o game de plataforma Alto's Odyssey. Nos Macs, os selecionados foram o editor de imagens Pixelmator Pro e o jogo The Gardenes Between.

A Apple divulgou também a lista de apps mais baixados na App Store, a loja de aplicativos para iPhones, iPads e Apple TVs. Confira a seguir.

1. YouTube
2. Instagram
3. Snapchat
4. Messenger
5. Facebook
6. Bitmoji
7. Netflix
8. Google Maps
9. Gmail
10. Spotify

 

A empresa separa os jogos em uma lista dedicada. Veja a seguir os jogos mais baixados de 2018 na loja virtual da Apple.

1. Fortnite 
2. Helix Jump 
3. Rise Up 
4. PUBG Mobile 
5. Hole.io 
6. Love Balls 
7. Snake VS Block 
8. Rules of Survival 
9. Roblox 
10. Dune!

Nesta semana, o Google também divulgou a sua lista de melhores aplicativos do ano para smartphones Android.

Acompanhe tudo sobre:AppsApple

Mais de Tecnologia

Xiaomi anuncia investimento de 60 bilhões de yuans em IA e apresenta nova geração do SU7

China incentiva setor de IA com escritórios gratuitos voltados a startups

Demanda por IA fará poluição por dióxido de carbono aumentar um terço até 2030, diz pesquisa

Como a guerra no Irã tem potencial para aumentar ataques hackers no Brasil