Tecnologia

Google lança navegação anônima no Maps e exclusão de histórico no YouTube

Empresa estreia série de recursos ligados à privacidade após irritação global de usuários e de reguladores sobre como plataformas lidam com dados pessoais

Google Maps: empresa lança serviços focados na privacidade dos usuários  (Dado Ruvic/Reuters)

Google Maps: empresa lança serviços focados na privacidade dos usuários (Dado Ruvic/Reuters)

R

Reuters

Publicado em 2 de outubro de 2019 às 16h47.

Priorizar nos meus resultados Google

O Google está lançando novos recursos de privacidade para o Maps, o YouTube e seus serviços de assistente de voz, com opções que incluem o modo anônimo e a exclusão automática de dados, disse a empresa nesta quarta-feira, 2.

O Google correu para lançar uma série de recursos ligados à privacidade, com gigantes de tecnologia enfrentando a irritação global de usuários e de reguladores sobre como suas plataformas lidam com os dados pessoais.

O modo de navegação anônima no Google Maps deixará de salvar a atividade nas contas dos usuários, incluindo os locais que eles pesquisam, embora isso retire suas recomendações personalizadas.

O Google também lançou o Password Checkup, novo recurso que informa aos usuários se suas contas foram comprometidas ou se alguma das suas senhas é fraca.

A empresa disse que também ampliará sua opção de exclusão automática para o YouTube, permitindo que usuários definam um período após o qual seus dados do histórico de visualização serão apagados automaticamente.

Nas próximas semanas, o Google também lançará uma opção para excluir a atividade do assistente de voz por comando verbal: "Ok Google, exclua a última coisa que eu disse a você".

Acompanhe tudo sobre:GooglePrivacidade

Mais de Tecnologia

Por que a Nvidia vai continuar 'imprimindo dinheiro' para sustentar a IA

Os detalhes que você não viu no trailer de GTV VI exibido na Netflix

Maior bilionário do Brasil, Eduardo Saverin trabalhou apenas um ano no Facebook

Alcolumbre define Cid Gomes como relator do Redata e reforça votação em setembro