Dell passa a oferecer serviços de tecnologia sob demanda

Segundo a consultoria americana IDC, a transformação digital é prioridade nos investimentos de TI para mais de 50% dos líderes globais de tecnologia

A Dell Technologies passa a oferecer serviços de tecnologia sob demanda no Brasil. Chamado “Flex on Demand”, o programa permite que empresas assumam compromisso mínimo de uso e tenham acesso a soluções como servidores, equipamentos de rede, storage, soluções convergentes ou hiperconvergentes e proteção de dados. O pagamento é feito de acordo com o uso, em vez de ter um preço fechado por mês ou ano.

A novidade chega ao mercado em um período de forte transformação digital nas empresas, mudança impulsionada pela pandemia do novo coronavírus. Com a quarentena para evitar a propagação do vírus, as companhias precisaram migrar para plataformas digitais em diversos setores, como o comércio de produtos e serviços -- ou mesmo itens de supermercado.

A contratação do novo serviço da Dell tem custo fixo da capacidade comprometida e, também, o valor variável da capacidade de uso.

“Com o Flex on Demand, ampliamos o leque opções estratégicas para empresas e parceiros instalados no país”, diz, em nota à EXAME, Luis Gonçalves, líder de Operações da Dell Technologies na América Latina. “A partir dessa modalidade, os clientes poderão adaptar os projetos e orçamentos de TI às reais necessidades do negócio, evitando que a infraestrutura tecnológica seja um impeditivo para o crescimento das operações e, ao mesmo, reduzindo os gastos com capacidade ociosa.”

Segundo a consultoria americana IDC, a transformação digital é prioridade nos investimentos de tecnologia da informação para mais de 50% dos líderes globais de tecnologia.

Em entrevista à EXAME, Tonny Martins, presidente da IBM, afirmou que a transição de empresas para o digital ainda não está concluída e os investimentos para proporcionar essa virada ainda irão acelerar muito nos próximos meses.

Companhias de todas as áreas adotaram a tecnologia para lidar com a crise do novo coronavírus. Alguns exemplos são a Caixa, a Intel, o Mercado Livre e a Moderna. Na revista EXAME, a reportagem de capa elencou as 50 principais inovações da pandemia de 2020.

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