Tecnologia

CBF testa impedimento semiautomático no Maracanã usando iPhones 17 Pro

Sistema contratado pela confederação usa 28 celulares para criar réplica digital da partida e estreia no Brasileirão

Krakow, Poland - November 6, 2025. Close-up editorial image shows a hand holding the latest Apple iPhone 17 Pro Max in Cosmic Orange, against a black background, highlighting the phone’s unique colour and camera design. The shot captures current consumer technology trends and the distinct design choices of Apple devices. This editorial photo is suitable for articles, reviews, and technology news related to smartphones, Apple products, or mobile innovation. (Getty Images)

Krakow, Poland - November 6, 2025. Close-up editorial image shows a hand holding the latest Apple iPhone 17 Pro Max in Cosmic Orange, against a black background, highlighting the phone’s unique colour and camera design. The shot captures current consumer technology trends and the distinct design choices of Apple devices. This editorial photo is suitable for articles, reviews, and technology news related to smartphones, Apple products, or mobile innovation. (Getty Images)

Da Redação
Da Redação

Redação Exame

Publicado em 31 de janeiro de 2026 às 06h00.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) iniciou nesta semana os testes do sistema de impedimento semiautomático (SAOT) no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, com equipamentos instalados pela empresa Genius, contratada para viabilizar a tecnologia no país. A iniciativa marca a adoção, no futebol brasileiro, de um modelo já utilizado em competições internacionais.

Segundo vídeos divulgados pela própria confederação, o funcionamento do sistema depende do uso intensivo de iPhones, mais especificamente do modelo iPhone 17 Pro, uma escolha que segue um padrão crescente na indústria esportiva de apostar em hardware comercial de alto desempenho para aplicações profissionais.

De acordo com o portal ge, foram instalados 12 suportes ao redor do Maracanã, responsáveis por acomodar um total de 28 aparelhos, todos conectados à internet para garantir o processamento dos dados em tempo real. As câmeras capturam o jogo de diferentes ângulos, alimentando o sistema de análise.

O SAOT opera com gravações em resolução 4K a 100 quadros por segundo. Com isso, o software consegue criar uma réplica digital tridimensional da partida, facilitando a interpretação de lances de impedimento — historicamente um dos pontos mais controversos da arbitragem no futebol.

A CBF prevê que o sistema seja utilizado inicialmente na Série A do Campeonato Brasileiro, com expansão gradual para outros estádios estratégicos do país. Entre os próximos a receber a tecnologia estão Nilton Santos, Arena MRV, Mineirão e Mangueirão.

Padronização tecnológica no futebol

A adoção de smartphones como base do sistema evidencia uma tendência de padronização tecnológica, em que dispositivos amplamente disponíveis no mercado substituem soluções proprietárias mais caras e complexas. No caso do SAOT brasileiro, a escolha por aparelhos da Apple, empresa americana responsável pelo iOS, sistema operacional do iPhone, centraliza o ecossistema em um único fornecedor de hardware.

Modelos como o iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max, citados nos materiais de divulgação, contam com opções de armazenamento a partir de 256 GB e preços que ultrapassam os R$ 10 mil no varejo nacional, reforçando o custo elevado da infraestrutura necessária para a implementação do sistema.

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