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Quem é Ursula von der Leyen, eleita mulher mais poderosa do mundo pela Forbes

Presidente da Comissão Europeia ficou em 1° lugar na lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo por seu trabalho durante a pandemia da covid-19 e a guerra na Ucrânia

 (Alejandro Martinez/Getty Images)

(Alejandro Martinez/Getty Images)

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Laura Pancini

Publicado em 7 de dezembro de 2022, 10h49.

Última atualização em 14 de dezembro de 2022, 12h03.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, foi eleita a mulher mais poderosa do mundo pela revista americana Forbes em 2022. Sua liderança durante a pandemia da covid-19 e a guerra na Ucrânia foi o principal motivo para a belga ser escolhida para o primeiro lugar na lista de 100 nomes, divulgada nesta quarta-feira, 7.

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No ano passado, von der Leyen ficou em 8º lugar na mesma lista da Forbes. "Este ano, ela saltou para o primeiro lugar como resultado de seu apoio forte e decisivo à Ucrânia, bem como de sua liderança contínua ao guiar a Europa através da pandemia de coronavírus", escreveu a jornalista Maggie McGrath.

Kamala Harris, vice-presidente dos EUA; Giorgia Meloni, primeira-ministra da Itália e Melinda Gates, filantropa e ex-esposa de Bill, estão na lista. Entre as celebridades, Taylor Swift, Oprah Winfrey, Beyoncé, Rihanna e Reese Witherspoon também aparecem.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, durante discurso (Valeria Mongelli/Bloomberg/Getty Images)

As 10 mulheres mais poderosas do mundo, segundo a Forbes:

  1. Ursula von der Leyen (Bélgica)
  2. Christine Lagarde (Alemanha)
  3. Kamala Harris (EUA)
  4. Mary Barra (EUA)
  5. Abigail Johnson (EUA)
  6. Melinda French Gates (EUA)
  7. Giorgia Meloni (Itália)
  8. Karen Lynch (EUA)
  9. Julie Sweet (EUA)
  10. Jane Fraser (EUA)

Quem é Ursula von der Leyen?

Ursula von der Leyen nasceu na Bélgica em 1958, mas tem nacionalidade alemã. Médica e mãe de sete filhos, não entrou na política até os 40 anos de idade. O primeiro emprego foi como médica em uma clínica para mulheres na Alemanha.

Em 2005, foi empossada como ministra federal da Família, Idosos, Mulheres e Juventude da Alemanha pela chanceler da época, Angela Merkel. De 2013 a 2019, ela foi a primeira mulher a exercer o cargo de ministra da Defesa da Alemanha.