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Morte de Liam Payne: Argentina libera acusados de fornecer cocaína ao cantor

Cantor e ex-One Direction morreu após queda em hotel em Buenos Aires, na Argentina, em 2024

Caso Liam Payne: acusados deixam prisão e aguardam julgamento (Mike Marsland/WireImage)

Caso Liam Payne: acusados deixam prisão e aguardam julgamento (Mike Marsland/WireImage)

Publicado em 26 de março de 2026 às 06h11.

Última atualização em 26 de março de 2026 às 07h18.

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A Justiça da Argentina determinou nesta quarta-feira, 25, a libertação de dois acusados de fornecer drogas ao cantor Liam Payne antes de sua morte, ocorrida em 2024, em Buenos Aires.

Braian Nahuel Paiz e Ezequiel David Pereyra, que estavam em prisão domiciliar, passam a responder ao processo em liberdade até a conclusão da investigação.

A decisão foi tomada pela juíza Karina Andrade, que entendeu não haver risco de fuga nem possibilidade de interferência nas apurações.

Apesar da soltura, a magistrada determinou a aplicação de medidas restritivas para garantir a etapa final da investigação antes do julgamento.

Segundo a defesa de Pereyra, a decisão levou em conta fatores como idade, histórico de trabalho e necessidade de sustento.

Relembre o caso

Os dois acusados são investigados por supostamente fornecer cocaína ao ex-integrante do One Direction nos dias anteriores à morte.

Paiz teria conhecido o cantor enquanto trabalhava como garçom em um restaurante de Puerto Madero, enquanto Pereyra atuava como funcionário do hotel onde Payne estava hospedado e teria intermediado o contato.

O artista morreu em 16 de outubro de 2024, aos 31 anos, após cair de um pátio interno do hotel em que estava hospedado.

Causa da morte e investigação

A autópsia apontou que a morte foi causada por politraumatismos e hemorragia interna e externa. Exames descartaram lesões autoinfligidas ou agressão de terceiros.

Peritos indicaram que o cantor não tentou se proteger na queda, o que sugere que ele estava em estado de inconsciência parcial ou total, após consumo de álcool, cocaína e antidepressivos.

Ao todo, cinco pessoas foram indiciadas no caso. Três delas — o empresário Rogelio Nores, a gerente do hotel Gilda Martín e o chefe de recepção Esteban Grassi — foram absolvidas em fevereiro de 2025.

*Com EFE

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