Negócios

Uso de dispositivo móvel cresce 1000% no Bradesco

De acordo com o banco, os canais digitais - Bradesco Celular, Internet Banking (PF e PJ), Fone Fácil e Autoatendimento - já representam 92% de todas as transações feitas


	Em dezembro de 2012, as transações por meio do Bradesco Celular ultrapassaram a marca de 52 milhões no mês, registrando crescimento de 267% sobre o mesmo período de 2011
 (Egberto Nogueira/ Imafotogaleria)

Em dezembro de 2012, as transações por meio do Bradesco Celular ultrapassaram a marca de 52 milhões no mês, registrando crescimento de 267% sobre o mesmo período de 2011 (Egberto Nogueira/ Imafotogaleria)

DR

Da Redação

Publicado em 13 de junho de 2013 às 07h48.

São Paulo - O Bradesco encerrou 2012 com pouco mais de 380 milhões de transações feitas por meio de dispositivos móveis, resultado que representa um crescimento de 1074% em comparação a 2010.

De acordo com o banco, os canais digitais - Bradesco Celular, Internet Banking (PF e PJ), Fone Fácil e Autoatendimento - já representam 92% de todas as transações feitas.

Em dezembro de 2012, as transações por meio do Bradesco Celular ultrapassaram a marca de 52 milhões no mês, registrando crescimento de 267% sobre o mesmo período de 2011. Em um único dia de dezembro passado o número de transações feitas no canal passou dos 2 milhões, segundo a empresa.

"O Bradesco Celular está deixando de ser um canal alternativo e está se tornando um canal principal, que registra evoluções diárias. Atualmente, 7% das transações do Banco são realizadas por dispositivos móveis", comenta, em nota, o diretor dos canais digitais do Bradesco, Luca Cavalcanti.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas abertasEmpresas brasileirasBancosBradescoCelularesIndústria eletroeletrônicaFinanças

Mais de Negócios

Gerar código com IA não basta, diz este CEO — e ele aposta R$ 30 milhões nessa tese no Brasil

Como este gamer fará R$ 20 milhões ligando marcas a jogadores de Counter-Strike

Insider vende R$ 400 mil pelo WhatsApp com uma IA que ela mesma construiu

Aos 66 anos, ele lidera a maior 'academia do cérebro' do Brasil e mira R$ 200 milhões