Negócios

Siemens cortará até 8% de empregos em área de saúde

O segmento, que no ano passado gerou cerca de 17 por cento da receita do grupo, compete com companhias como Philips e GE Healthcare

A Siemens informou no mês passado que iria reorganizar a divisão de saúde nos próximos dois anos e estimou os gastos em cerca de 300 milhões   (Sean Gallup/Getty Images)

A Siemens informou no mês passado que iria reorganizar a divisão de saúde nos próximos dois anos e estimou os gastos em cerca de 300 milhões (Sean Gallup/Getty Images)

DR

Da Redação

Publicado em 21 de dezembro de 2011 às 09h25.

Frankfurt - A Siemens cortará até 1,2 mil postos de trabalho mundialmente na unidade de saúde por causa de desaceleração no crescimento da área de diagnóstico, afirmou nesta quarta-feira o diretor financeiro da divisão, Michael Sen, a um jornal suíço.

"Em diagnósticos, cortaremos de 6 a 8 por cento das quase 15 mil posições no mundo", disse o executivo ao Finanz und Wirtschaft.

A Siemens informou no mês passado que iria reorganizar a divisão de saúde nos próximos dois anos e estimou os gastos em cerca de 300 milhões de euros (393 milhões de dólares) no ano fiscal até setembro de 2012.

O segmento, que no ano passado gerou cerca de 17 por cento da receita do grupo, compete com companhias como Philips e GE Healthcare.

Sen disse que a Siemens decidiu, sobre os tratamentos contra câncer, parar de produzir a próxima geração de aceleradores lineares, que geram raios X para fins médicos.

Como resultado, menos de mil empregados serão afetados e transferidos para outros negócios, acrescentou.

A Siemens continuará a cuidar dos equipamentos que já instalou e continuará ativa na área de radiografia para terapias convencionais com radiação, segundo o diretor.

Acompanhe tudo sobre:Empresasempresas-de-tecnologiagestao-de-negociosEmpresas alemãsSiemensCortes de custo empresariais

Mais de Negócios

Como a inteligência artificial está transformando inovação em um jogo de probabilidades

Maior arena de shows do Brasil abre em Porto Alegre com investimento de R$ 40 milhões

Como esta empresa gaúcha quer faturar R$ 1 bilhão com maçãs, queijos e vinhos de luxo

Como o Rei do Mate aposta na economia do Ozempic para ir além dos R$ 410 milhões