Negócios

Investidores do Yahoo! têm pressa para vender negócio

Os acionistas disseram preferir a venda a esperar que o Yahoo! siga adiante com o plano de buscar uma cisão livre de impostos na operação


	Yahoo!: as ações do Yahoo caíram 36 por cento no ano passado
 (Andrew Harrer/Bloomberg)

Yahoo!: as ações do Yahoo caíram 36 por cento no ano passado (Andrew Harrer/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 5 de janeiro de 2016 às 10h38.

Priorizar nos meus resultados Google

Vários dos principais acionistas do Yahoo estão tão preocupados que o negócio principal de Internet da companhia perca valor que preferem que ele seja vendido o quanto antes.

Os acionistas disseram preferir a venda a esperar que o Yahoo siga adiante com o plano de buscar uma cisão livre de impostos na operação, que inclui sites de esportes e notícias, e também seu serviço de email.

A Reuters viu uma carta enviada ao Conselho do Yahoo por um dos acionistas principais e falou com pessoas com conhecimento da visão de outros acionistas com participações significativas.

Os investidores argumentam que será melhor sofrer uma taxação adicional agora do que ter ações numa cisão que pode ter perda significativa depois.

As ações do Yahoo caíram 36 por cento no ano passado, deixando investidores temerosos sobre o risco de um declínio maior.

Alguns também temem que o Serviço Interno de Receitas dos Estados Unidos conteste o status de livre de impostos, o que pode deixar os acionistas com uma grande alíquota de qualquer forma.

O IRS ajudou a acabar com um plano anterior do Yahoo de se desmembrar de sua parcela na gigante de comércio eletrônico chinesa Alibaba, recusando-se a aceitar a isenção de impostos.

Isso deixará o Yahoo vulnerável a uma contestação do IRS do status em uma data posterior.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasEmpresas de internetEmpresas americanasInternetYahooNegociações

Mais de Negócios

Dona do famoso ‘potão’ e fenômeno no exterior, mineira Skala investe R$ 150 milhões em nova fábrica

Ex-entregador de pizza lidera negócio de US$ 300 milhões e alerta para o 'inferno' das franquias

De franqueada a CEO: ela começou com uma 5àsec em Belém e agora vai liderar a rede no Paraguai

Bares e restaurantes crescem pelo 11º mês seguido, mas margens ficam mais apertadas