Fortuna de Elon Musk, bilionário fundador da Tesla, ultrapassa US$ 100 bi

Musk ganhou 77,2 bilhões de dólares desde o início do ano — só não enriqueceu mais que Bezos, que somou 84,8 bilhões de dólares à sua fortuna

Os maiores bilionários do mundo atingiram novos recordes. Na mesma semana em que Jeff Bezos, pessoa mais rica do planeta, atingiu uma fortuna de 200 bilhões de dólares, o excêntrico Elon Musk, fundador da Tesla e SpaceX, ultrapassou a marca dos 100 bilhões de dólares. Os dois ganham com a valorização das ações de empresas de tecnologia — Bezos é fundador e presidente da Amazon, empresa que vale 1,7 trilhão de dólares.

A Tesla atingiu, em janeiro deste ano, um valor de mercado de 100 bilhões de dólares. Desde então, cresceu mais de quatro vezes e chegou a 421 bilhões de dólares de valor de mercado. A fabricante de carros elétricos é a mais valiosa montadora do mundo e vale mais que Volkswagen, Toyota, GM, Ford e grupo FCA somados — juntas, essas montadoras têm valor de 351,7 bilhões de dólares.

Elon Musk, com 105 bilhões de dólares, é a quarta pessoa no mundo a entrar no mais seleto clube de ricaços: aqueles com fortuna superior a 100 bilhões de dólares. Fazem parte desse grupo Bezos, Bill Gates e Mark Zuckerberg, que ultrapassou a marca no início deste mês e hoje tem 111 bilhões de dólares. Musk ganhou 77,2 bilhões de dólares desde o início do ano — só não enriqueceu mais que Bezos, que somou 84,8 bilhões de dólares à sua fortuna.

O empresário vive uma onda positiva em 2020. Seu principal negócio, a fabricante de carros elétricos Tesla, parece ter entrado nos eixos após anos de problemas. Nesta semana, a empresa divulgou ter quatro trimestres seguidos de lucro pela primeira vez na história. Apesar de ter fábricas temporariamente fechadas pela quarentena, a montadora segue firme para entregar 500.000 veículos em 2020, mostrando que a eletricidade pode, em breve, substituir os combustíveis fósseis.

Já a firma aeroespacial SpaceX se tornou a primeira empresa privada a enviar astronautas para a órbita terrestre em maio, numa parceria com a Nasa. Com o reaproveitamento de foguetes como estratégia, a companhia pareceu durante muito tempo um negócio de risco. Agora, atrai investidores, podendo ser avaliada em 44 bilhões de dólares após uma nova rodada de aportes.

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