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Amazon prevê abrir 2ª sede nos EUA, com investimento de US$ 5 bi

Gigante convocou cidades grandes e médias do país a apresentar propostas para abrigar essa matriz, na qual vai investir cerca de 5 bilhões de dólares.

Amazon: empresa quer abrir segunda sede nos EUA (Leon Neal/Getty Images)

Amazon: empresa quer abrir segunda sede nos EUA (Leon Neal/Getty Images)

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AFP

Publicado em 7 de setembro de 2017 às 13h09.

A gigante do comércio digital Amazon anunciou, nesta quinta-feira (7), seus planos de inaugurar uma segunda sede nos Estados Unidos e convocou cidades grandes e médias do país a apresentar propostas para abrigar essa matriz, na qual vai investir cerca de 5 bilhões de dólares.

A segunda sede do grupo, que vai se chamar HQ2, estará "em completa igualdade de condições" com a primeira, estabelecida em Seattle, disse o fundador e diretor-executivo da Amazon, Jeff Bezos, em um comunicado.

"A HQ2 vai mobilizar bilhões de dólares em investimentos e criar milhares de vagas de emprego muito bem remuneradas. Estamos muito animados de procurar uma segunda casa", afirmou.

O anúncio destaca o impressionante crescimento da Amazon, que surgiu como uma livraria on-line há duas décadas e se tornou um dos maiores varejistas do mundo.

A companhia, que emprega 380 mil pessoas no mundo todo, indicou que planeja criar cerca de 50 mil vagas em sua nova sede.

A Amazon é a oitava maior empregadora dos Estados Unidos.

A empresa quer instalar sua nova sede em alguma das 50 cidades americanas com mais de 1 milhão de habitantes, dotadas de um "ambiente de negócios estável" e de "potencial para atrair e reter" pessoal técnico altamente qualificado.

A sede da Amazon no estado do Washington emprega, atualmente, mais de 40 mil pessoas, distribuídas em 33 prédios, em uma superfície de 750 mil metros quadrados, segundo um boletim informativo da empresa.

Bezos também é proprietário do jornal The Washington Post e da empresa privada de exploração espacial Blue Origin e se tornou, neste ano, o homem mais rico do mundo, superando Bill Gates, após uma alta do preço das ações da Amazon.

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